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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Homenageado de Hoje: Mia Couto

Mia Coutopseudónimo de António Emílio Leite Couto (Beira5 de Julho de 1955), é um biólogo e escritor moçambicano.


Mia nasceu e foi escolarizado na Beira. Adotou o nome porque tinha uma paixão por gatos e porque o seu irmão não sabia pronunciar o nome dele. Com catorze anos de idade, teve alguns poemas publicados no jornal Notícias da Beira e três anos depois, em 1971, mudou-se para a cidade capital de Lourenço Marques (agora Maputo). Iniciou os estudos universitários emmedicina, mas abandonou esta área no princípio do terceiro ano, passando a exercer a profissão de jornalista depois do 25 de Abril de 1974. Trabalhou na Tribuna até à destruição das suas instalações em Setembro de 1975, por colonos que se opunham à independência. Foi nomeado diretor da Agência de Informação de Moçambique (AIM) e formou ligações de correspondentes entre as províncias moçambicanas durante o tempo da guerra de libertação. A seguir trabalhou como diretor da revista Tempo até 1981 e continuou a carreira no jornal Notícias até 1985. Em 1983, publicou o seu primeiro livro de poesia, Raiz de Orvalho, que inclui poemas contra a propaganda marxista militante. Dois anos depois, demitiu-se da posição de diretor para continuar os estudos universitários na área de biologia.
Além de considerado um dos escritores mais importantes de Moçambique, é o escritor moçambicano mais traduzido. Em muitas das suas obras, Mia Couto tenta recriar a língua portuguesa com uma influência moçambicana, utilizando o léxico de várias regiões do país e produzindo um novo modelo de narrativa africana. Terra Sonâmbula, o seu primeiroromance, publicado em 1992, ganhou o Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos em 1995 e foi considerado um dos dez melhores livros africanos do século XX por um júri criado pela Feira do Livro do Zimbabué. Em 2007, foi entrevistado pela revista Isto É. Foi fundador de uma empresa de estudos ambientais da qual é colaborador.
Em 2013 foi homenageado com o Prémio Camões, que lhe foi entregue a 10 de Junho no Palácio de Queluz pelas mãos do presidente de Portugal Cavaco Silva e da presidente do BrasilDilma Rousseff.
Mia Couto tem uma obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, contos, romance e crónicas.
Muitos dos livros de Mia Couto são publicados em mais de 22 países e traduzidos em alemãofrancêscastelhanocatalãoinglês e italiano.
Estreou-se no prelo com um livro de poesiaRaiz de Orvalho, publicado em 1983. Este livro revela o mesmo comportamento literário de estreita relação com a tradição e memória cultural africanas que evidenciam a orientação regionalista, marcante em toda a sua criação literária. A poesia “Sotaque da terra” aborda sentimentos impostos por condições históricas diretamente ligados à realidade do povo africano: a língua, a terra e a tradição.
No entanto, já antes tinha sido antologiado por outro dos grandes poetas moçambicanos, Orlando Mendes (outro biólogo), em 1980, numa edição do Instituto Nacional do Livro e do Disco, resultante duma palestra na Organização Nacional dos Jornalistas (actual Sindicato), intitulada "Sobre Literatura Moçambicana".
Em 1999, a Editorial Caminho (que publica as obras de Couto em Portugal) relançou Raiz de Orvalho e outros poemas que teve sua 3ª edição em 2001.
A mesma editora dá ao prelo em 2011 o seu segundo livro de poesia, "Tradutor de Chuvas".
Nos meados dos anos 80,Mia Couto estreou-se nos contos e numa nova maneira de falar - ou "falinventar" - português, que continua a ser o seu "ex-libris". Nesta categoria de contos publicou:
  • Vozes Anoitecidas (1ª ed. da Associação dos Escritores Moçambicanos, em 1986; 1ª ed. Caminho, em 1987; 8ª ed. em 2006; Grande Prémio da Ficção Narrativa em 1990, ex aequo)
  • Cada Homem é uma Raça (1ª ed. da Caminho em 1990; 9ª ed., 2005)
  • Estórias Abensonhadas (1ª ed. da Caminho, em 1994; 7ª ed. em 2003)
  • Contos do Nascer da Terra (1ª ed. da Caminho, em 1997; 5ª ed. em 2002)
  • Na Berma de Nenhuma Estrada (1ª ed. da Caminho em 1999; 3ª ed. em 2003)
  • O Fio das Missangas (1ª ed. da Caminho em 2003; 4ª ed. em 2004)
Para além disso, publicou em livros algumas das suas crónicas, que continuam a ser coluna num dos semanários publicados em Maputo, capital de Moçambique:
  • Cronicando (1ª ed. em 1988; 1ª ed. da Caminho em 1991; 7ª ed. em 2003; Prémio Nacional de Jornalismo Areosa Pena, em 1989)
  • O País do Queixa Andar (2003)
  • Pensatempos. Textos de Opinião (1ª e 2ª ed. da Caminho em 2005)
  • E se Obama fosse Africano? e Outras Interinvenções (1ª ed. da Caminho em 2009)
E, naturalmente, não deixou de lado o género romance, tendo publicado:
  • Terra Sonâmbula (1ª ed. da Caminho em 1992; 8ª ed. em 2004; Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos em 1995; considerado por um juri na Feira Internacional do Zimbabwe um dos doze melhores livros africanos do século XX)
  • A Varanda do Frangipani (1ª ed. da Caminho em 1996; 7ª ed. em 2003)
  • Mar Me Quer (1ª ed. Parque EXPO/NJIRA em 1998, como contribuição para o pavilhão de Moçambique na Exposição Mundial EXPO '98 em Lisboa; 1ª ed. da Caminho em 2000; 8ª ed. em 2004)
  • Vinte e Zinco (1ª ed. da Caminho em 1999; 2ª ed. em 2004)
  • O Último Voo do Flamingo (1ª ed. da Caminho em 2000; 4ª ed. em 2004; Prémio Mário António de Ficção em 2001)
  • O Gato e o Escuro, com ilustrações de Danuta Wojciechowska (1ª ed. da Caminho em 2001; 2ª ed. em 2003), com ilustrações de Marilda Castanha (1ª ed. brasileira, da Cia. das Letrinhas, em 2008)
  • Um Rio Chamado Tempo, uma Casa Chamada Terra (1ª ed. da Caminho em 2002; 3ª ed. em 2004; rodado em filme pelo português José Carlos Oliveira)
  • A Chuva Pasmada, com ilustrações de Danuta Wojciechowska (1ª ed. da Njira em 2004)
  • O Outro Pé da Sereia (1ª ed. da Caminho em 2006)
  • O beijo da palavrinha, com ilustrações de Malangatana (1ª ed. da Língua Geral em 2006)
  • Venenos de Deus, Remédios do Diabo (2008)
  • Jesusalém [no Brasil, o livro tem como título Antes de nascer o mundo] (2009)
  • A Confissão da Leoa (2012)
É sócio correspondente, eleito em 1998, da Academia Brasileira de Letras, sendo sexto ocupante da cadeira 5, que tem por patrono Dom Francisco de Sousa.
Como biólogo, dirige a Avaliações de Impacto Ambiental, IMPACTO Lda., empresa que faz estudos de impacto ambiental, em Moçambique. Mia Couto tem realizado pesquisas em diversas áreas, concentrando-se na gestão de zonas costeiras. Além disso, é professor da cadeira de ecologia em diversos cursos da Universidade Eduardo Mondlane(UEM).


Referências

↑ Ir para: a b http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=2922&op=all
Ir para cima ↑ Chabal, Patrick. ‘’Vozes Moçambicanas’’. Vega: Lisboa, 1994. (274-291)
Ir para cima ↑ Furtado, Jonas. "Entrevista a Mia Couto", Revista Isto É, Editora Três, 2007-09-26. Página visitada em 2009-12-01.
Ir para cima ↑ Mia Couto Biografia
Ir para cima ↑ Mia Couto partilha Prémio Camões com a gente anónima de Moçambique Ler mais: http://expresso.sapo.pt/mia-couto-partilha-premio-camoes-com-a-gente-anonima-de-mocambique=f813155#ixzz2VrYKGyuo. Expresso. Página visitada em 11/06/2013.
Ir para cima ↑ Dissertação: Mia Couto - Luandino Vieira - "Uma Leitura em Travessia pela Escrita Criativa ao Serviço das Identidades", página 22
Ir para cima ↑ Informação na página do Centro de Estudos Ibéricos.
Ir para cima ↑ Escritor Mia Couto ganha Prémio Camões. Página visitada em 27 de maio de 2013.
Ir para cima ↑ rtp.pt. Mia Couto distinguido com o Prémio Camões. 27 de maio de 2013. Página visitada em 28 de maio de 2013.
Ir para cima ↑ Folha de S. Paulo. Escritor moçambicano Mia Couto vence o Prêmio Camões. 27 de maio de 2013. Página visitada em 28 de maio de 2013.
Ir para cima ↑ http://www.ionline.pt/conteudo/64700-mia-couto-nao-levo-escrita-nem-biologia-muito-serio
Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Artigo: "As páginas de terra de Mia Couto"
"Exílio e identidade: uma leitura de Antes de nascer o mundo, de Mia Couto"
"O outro pé da sereia: o diálogo entre história e ficção na figuração da África contemporânea
Artigo: Mia Couto homenageado no Festlip
Folheto: 12th International Writers Festival: Mia Couto
Site: "textos e intervenções de Mia Couto"

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Homenageado de Hoje: Roney Diniz, pelo seu aniversário

 Por Pedro Botelho
  Hoje é um dia muito especial para Roney Diniz, pois comemoramos o seu nascimento, e nada melhor do que presentea-lo com essa postagem inteirinha dedicada a ele, menino alegre e feliz passou sua infancia em Chapadinha, estudou e fez muitos amigos no Colegio Batista Chapadinhense, em uma conversa informal que tive com ele, Roney é carismático feliz e batante inreverente, niguém ao seu redor ficar parado, apesar de pouco tempo que temos de amizade, posso afirmar, que é sim uma pessoa de coração grandioso, amável e humano. Gosto de você pelo que você é, pelo seu amor pelo seu trabalho, pelo seu amor aos seus amigos, por sua infinita sabedoria, acredito que Deus tem planos enormes em sua vida, que Deus te proteja sempre e sempre, você Roney.... merece toda felicidade do mundo e mais um pouquinho. Feliz Aniversário Best Friend. :).
Roney Diniz / Foto: Focebook/RoneyDiniz
Roney Diniz / Foto: Focebook/RoneyDiniz
 Escolhi esse texto porque fala de amizades, e portanto, o melhor que você tem com as pessoas, seja sempre assim, não mude, nem pra melhor, sua ensência esta ai, nesse seu jeito de ser.
AMIGOS, AINDA…

Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas atiradas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que partilhámos.


Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos fins-de-semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.


Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.

Hoje já não tenho tanta certeza disso.

Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida.

Talvez continuemos a encontrar-nos, quem sabe... nas e-mails que trocaremos.

Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices e até por meio das redes sociais, matar nossa saudade...
Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contato se tornar cada vez mais raro.


Vamo-nos perder no tempo...


Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:
Quem são aquelas pessoas?

Diremos... que eram nossos amigos e... isso vai doer tanto!

- Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito.

Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...

Roney Diniz / Foto: Focebook/RoneyDiniz
Roney Diniz / Foto: Focebook/RoneyDiniz

Quando o nosso grupo estiver incompleto... reunir-nos-emos para um último adeus a um amigo.
E, entre lágrimas, abraçar-nos-emos.

Então, faremos promessas de nos encontrarmos mais vezes daquele dia em diante.


Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida isolada do passado.

E perder-nos-emos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...


Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem
todos os meus amigos!"


Roney Diniz / Foto: Focebook/RoneyDiniz
Roney Diniz / Foto: Focebook/RoneyDiniz

Fernando Pessoa (com adaptações)


Feliz Aniversário!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Roney Diniz / Foto: Focebook/RoneyDiniz
Roney Diniz / Foto: Focebook/RoneyDiniz


Fonte: 
http://abemdanacao.blogs.sapo.pt/609524.html
https://www.facebook.com/roney.diniz.9

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Homenagem de Hoje "Stefhany Absoluta"

ELA É LINDA, ABSOLUTA, ELA É STEFHANY  E ESTARA NESTE SÁBADO (04/08/2012) NO BARRIL DO SHOP ANTIGO HELEN BAR.



Stefhany começou a cantar aos 8 anos, desde a noite em que a mãe, Nety França, que era vocalista de uma banda e se apresentava num show vazio, teve a idéia de passar o microfone para a filha. Com a voz de Stefhany soando alto, o lugar lotou. Ali estava um exemplo do que aconteceria sempre na vida dessas duas: transformar dificuldades em oportunidade.

Stefhany tem por Nety grande admiração, pois a mãe a criou sozinha – o pai vendia carros. Um dia, pegou um carro, foi para a Bahia e nunca mais voltou. Stefhany e as irmãs ainda eram crianças e Nety costurava e cantava para sustentá-las. Aos 13 anos, Nety pôs Stefhany pra cantar numa banda de forró.

Sempre batalhando para fazer da filha um sucesso, Nety tornou-se backing vocal de Stefhany, e fez questão de fazer todas as roupas usadas no show da cantora. Stefhny se espelha na mãe em quase tudo que sabe. Tanto no Piauí quanto no interior de vários estados, a agenda de Stefhany está lotada de shows. Atualmente, ela costuma reunir até 15 mil pessoas (mesma população de Inhuma, a cidade onde vive) numa apresentação. No interior paulista, Stefhany chega a fazer três shows por dia. Na banda, além da mãe, a irmã Jocely, de 16 anos, faz às vezes de dançarina. Sua equipe conta com 24 pessoas, incluindo dois seguranças pessoais.

A EXPLOSÃO DA INTERNET, AGORA VIRA UM FENÔMENO DA MÚSICA

Foi um fã quem colocou o vídeo da música "Eu sou Stefhany" no Youtube, vídeo este produzido de forma caseira, chegando a sofrer muitas criticas, devido a baixa qualidade do clip. Mas tudo foi superado pelo seu talento, pois ela é "Linda e Absoluta", seu hit é o maior sucesso do momento com mais de 6 milhões de acessos. Por causa desse vídeo, hoje, a moça de origem humilde e de apenas 17 anos é também conhecida como Beyoncè do Piauí, e já esteve no programa Domingo Legal comandado pelo apresentador Gugu Liberato, ganhou seu tão sonhado Cross Fox amarelo no Caldeirão do Hulck, cantou com Preta Gil (a quem ela chama de madrinha), diversos artistas cantam suas canções em seus shows entre eles, Cláudia Leitte, uma das maiores intérpretes da musica popular brasileira e é convidada regularmente para muitos programas como Hebe, Tudo é Possível, Eliana, Super Pop, etc., sites como UOL, IG, TERRA, só em 2010 já foi tema de reportagem da Veja (2)  Istoé  e  mais recentimento "O Emcontro com Fátima Bernades da Rede Globo."

Além de "Eu sou Stefhany", canções como "Amor meu", "Ciúme Doentio" e "Madrugada", Meu Mundo Desabou, Falem de Mim, Menino Sexy, todas com letra de Stefhany e sua mãe, "Menino Sexy", seu mais novo hit que começa a cair no gosto de gente que, se antes nunca tinha ouvido falar, agora já não tem como deixar de ouvir, pois Stefhany caiu na graça da grande mídia nacional, e chega a ter mais de 20 pedidos de entrevista por dia, já deu entrevista até pra Glória Kalil, foi citada em blogs importantes como o de Zeca Camargo e é assunto de diversos sites e revistas diariamente.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

139º Aniversário de Santos Dumont



Alberto Santos Dumont

Alberto Santos Dumont (Palmira, 20 de julho de 1873Guarujá, 23 de julho de 1932) foi um aeronauta, esportista e inventor brasileiro. Dumont é considerado por muitos brasileiros como o inventor do dirigível, do avião e do ultraleve.
Santos Dumont projetou, construiu e voou os primeiros balões dirigíveis com motor a gasolina. Esse mérito lhe é garantido internacionalmente pela conquista do Prêmio Deutsch em 1901, quando em um voo contornou a Torre Eiffel com o seu dirigível Nº 6, transformando-se em uma das pessoas mais famosas do mundo durante o século XX. Com a vitória no Prêmio Deutsch, ele também foi, portanto, o primeiro a cumprir um circuito pré-estabelecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e populares.
Santos Dumont também foi o primeiro a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina. Em 23 de outubro de 1906, ele voou cerca de 60 metros a uma altura de dois a três metros com o Oiseau de Proie' (francês para "ave de rapina"), no Campo de Bagatelle, em Paris. Menos de um mês depois, em 12 de novembro, diante de uma multidão de testemunhas, percorreu 220 metros a uma altura de 6 metros com o Oiseau de Proie III. Esses voos foram os primeiros homologados pelo Aeroclube da França de um aparelho mais pesado que o ar, e possivelmente a primeira demonstração pública de um veículo levantando voo por seus próprios meios, sem a necessidade de uma rampa para lançamento.
Apesar de os brasileiros considerarem Santos Dumont como o responsável pelo primeiro voo num avião, na maior parte do mundo o crédito à invenção do avião é dado aos irmãos Wright. Uma excepção é a França, onde o crédito é dado a Clément Ader que efectuou o primeiro voo de um mais pesado que o ar propulsionado a motor e levantando voo pelos seus próprios meios em 9 de Outubro de 1890. A FAI, no entanto, considera que foram os irmãos Wright os primeiros a realizar um voo controlado, motorizado, num aparelho mais pesado do que o ar, por uma decolagem e subsequente voo ocorridos em 17 de dezembro de 1903 no Flyer, já que os voos de Clément Ader foram realizados em segredo militar, vindo-se apenas a saber da sua existência muitos anos depois. Por outro lado, o 14-Bis de Dumont teve uma decolagem autopropulsada, reconhecida oficialmente por publico e jornalistas, tendo sido a primeira atividade esportiva da aviação a ser homologada pela FAI.



Fonte: Wikipédia Brasileira.

domingo, 15 de julho de 2012

Dia Internacional do Homem

Da Wikipédia


O Dia Internacional do Homem é um evento internacional celebrado em 19 de Novembro de cada ano. As comemorações foram iniciadas em 1999 pelo Dr. Jerome Teelucksingh em Trinidad e Tobago, apoiadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), e vários grupos de defesa dos direitos masculinos da América do Norte, Europa, África e Ásia. No Brasil o Dia do Homem também é comemorado em 15 de Julho.
A diretora da Secretaria de Mulheres e Cultura de Paz da UNESCO, Ingeborg Breines, disse que a criação da data é "uma excelente idéia para equilibrar os gêneros". Os objetivos principais do Dia Internacional do Homem é melhorar a saúde dos homens (especialmente dos mais jovens), melhorar a relação entre gêneros, promover a igualdade entre gêneros e destacar papéis positivos de homens. É uma ocasião em que homens se reúnem para combater o sexismo e, ao mesmo tempo, celebrar suas conquistas e contribuições na comunidade, na famílias e no casamento, e na criação dos filhos.
A data é celebrada em Trinidad e Tobago, Jamaica, Austrália, Índia, Itália, Estados Unidos, Nova Zelândia, Brasil, Moldávia, Haiti, São Cristóvão e Nevis, Portugal, Singapura, Malta, África do Sul, Gana, Botswana, Angola, Zimbabwe, Croácia, Uganda , Chile, Hungria, Irlanda, Peru, Canadá, China, Vietnã, Paquistão, Dinamarca, Suécia, Noruega, Guiana, Holanda, Bélgica, Geórgia, Argentina, México, Alemanha, Áustria, Finlândia, Espanha, França e Reino Unido.



Objetivos

De acordo com os criadores do Dia Internacional do Homem (19 de Novembro), os homens devem denunciar a discriminação que sofrem em áreas como educação, saúde, família, direito, mídia, entre outras, projetando uma imagem positiva de si mesmos na sociedade e destacando suas contribuições. O Dia Internacional do Homem é celebrado com seminários públicos, atividades escolares, programas de rádio e televisão, passeatas e marchas pacíficas, debates e mostras de arte. Os pioneiros da data querem destacar as experiências masculinas na sociedade. Cada ano a celebração foca um tema diferente como, por exemplo, Ano da Saúde Masculina (2002) e Ano do Perdão e da Cura (2007).
  • Promover modelos masculinos positivos, não apenas de estrelas do cinema ou esportes, mas de homens do dia-a-dia cujas vidas são decentes e honestas;
  • Comemorar as contribuições masculinas positivas para a sociedade, comunidade, família, casamento, guarda de crianças e meio-ambiente;
  • Concentrar sobre a saúde do homem e seu bem estar: social, emocional, físico e espiritual;
  • Destacar a discriminação profissional contra os homens nas áreas de serviços sociais, nas atitudes e expectativas sociais e no direito;
  • Melhorar as relações de gênero e promover a igualdade de gênero;
  • Criar um mundo melhor, onde as pessoas possam se sentir seguras e crescer para alcançar seu pleno potencial.
A data para celebrar o Dia Internacional do Homem foi dia 19 de Novembro e foi escolhida no dia 19 de Novembro de 1999, em Trinidad, Tobago.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

A Dama de Ferro do Boi de Nina Rodrigues: Concita Braga


Concita Braga dona do Boi de Nina Rodrigues




Consita Braga toda de dourado, no Arraial da Faculdade do Baixo Parnaíba-FAP 2012
“Sou muito rigorosa, não tenho meio-termo"


Yane Botelho

Da equipe de O Estado / 2010.   Fotos: Kim Pereira /2012

Vaidosa e perfeccionista, a presidente e ama do Boi de Nina Rodrigues, Concita Braga, destaca-se como uma das figuras mais polêmicas e requisitadas do cenário cultural; fundadora do boi, que completa 20 anos este ano, não esconde ser exigente e desbocada.

Ela é tida como “perua” entre os folcloristas maranhenses. Durante as apresentações do grupo de Bumba-meu-boi de Nina Rodrigues, do qual é presidente e fundadora, veste-se de rosa, tal a personagem de desenho animado Penélope Charmosa, como ela mesma define. Também é bastante rigorosa, do tipo que não tem papas na língua – não à toa que as índias escolhidas por ela são as mais belas do São João. Amada e odiada por toda essa exigência, Concita Braga tornou-se uma das personalidades mais polêmicas do bumba-meu-boi.

Nordeste Brasileiro um dos grandes sucessos do Boi de Nina Rodrigues

O escritor Carlos Heitor Cony dedicou uma crônica, “O chá das peruas”, a essas mulheres corajosas, que não estão nem aí para o que os outros pensam. Para o autor, o que distingue uma perua “do resto dos mortais é a maneira de se vestir, calçar e usar adereços e penteados”. Essas definições aplicam-se muito bem ao caso de Concita Braga.

Quando criança, aos 5 anos, Concita rodopiava ao som da vitrola, no meio da sala, com os pezinhos calçados em um salto alto da mãe. “Sempre dancei na ponta do pé, por isso, as índias do meu boi só dançam assim”, explica. Até quando está em casa, não abre mão de usar um salto alto básico – o mais baixo que tem mede nove centímetros. Mesmo quando está dormindo, mantém um par de sapatos ao lado da cama, caso alguma visita resolva aparecer repentinamente.

Fãs, amigos e família já se acostumaram. Sabem que a mulher gosta de chamar atenção. Perua assumidíssima, ela conta que o fato de atrair olhares sempre acontece. “Eu gosto e sempre chamo a atenção, mas não saio de casa com esta idéia fixa. Adoro quando entro em algum lugar e me olham. Acho estranho quando não me olham”, confessa. Apesar disso, Concita não crê que é preciso gastar muito dinheiro para ser perua. Para ela, roupa de grife não é essencial. “O que vale é estar bem apresentada, com um jeito jovem”, acredita.

RigorAcostumada a receber críticas pelo modo como cuida de seu grupo de bumba-meu-boi, Concita Braga só rebate uma das acusações feita por seus hostis: “Não faço as candidatas a índias desfilarem de biquíni. Quando percebo que alguma delas tem uma gordurinha fora do lugar, peço a ela que ponha uma roupa de índia para eu ver como fica”, defende-se. Assume, porém, que em seu boi só entra se não tiver barriga. E tem de ter coxa grossa. Ela também prefere as meninas mais altas. É raro as baixinhas agradarem à ama. Se alguma índia estiver “gordinha”, ganha uma matrícula na academia. E se tirar nota baixa na escola ou na faculdade, fica de sobreaviso para expulsão do grupo.
ÍNDIA GUERREIRA EM 06/07/2012 NO ARRAIAL DA FAP

ÍNDIAS GUERREIRAS EM 06/07/2012 NO ARRAIAL DA FAP
A maioria das índias do Boi de Nina Rodrigues faz faculdade. Tem dançarina que faz Direito e outras até Medicina. Na ficha de inscrição para ser aceita no grupo, a primeira pergunta que consta é se a menina estuda. “Ela tem de colocar o horário de estudo. A partir daí, definimos o melhor horário e dia de ensaio. Por isso, não aceito nota baixa”, conta.

Nas viagens para apresentação do grupo, toma conta de todos. As índias, por serem mulheres, explica ela, são as mais protegidas. Elas sempre ficam hospedadas nos dormitórios localizados ao lado do quarto de Concita e, na hora de dormir, são trancadas pelo lado de fora. A chave do quarto fica com a ama, que só as libera pela manhã. “É para evitar que as meninas fujam para ir a festas. Muitas das garotas têm menos de 18 anos e os pais entregam-nas aos meus cuidados porque confiam em mim”, explica o zelo.

Namoradeira – Concita diz que tanto cuidado e preocupação com as índias deriva de experiência própria. Na adolescência, quando morava em Nina Rodrigues, para onde se mudou aos 2 anos de idade, costumava sair de casa escondida sem autorização dos pais, em plena madrugada, para ir a festas. “Eu pulava a janela do quarto”, afirma.

Atualmente viúva - mas ela prefere definir-se solteira -, Concita Braga conheceu seu marido, Antônio de Camargo, em um forró que ela costumava organizar no Monte Castelo, no período em que lá morava quando veio para São Luís estudar. “Ele era de São Paulo e disse para um amigo em comum que estava interessado na dona da festa. Quando o olhei, fiquei apaixonada por causa de seus olhos verdes”, diz. Os dois casaram-se quando ela tinha 25 anos, oito meses depois de terem se conhecido. Depois, foram embora para São Paulo.

 O primeiro contato de Concita Braga com o bumba-meu-boi foi em Nina Rodrigues. Aos 11 anos, andando pela rua, observou os senhores dançando com um boi feito de cofo de palha. Ela se encantou com o canto que era acompanhado apenas de chocalhos feitos de cabaça.

Mas foi somente em 1990 que ela teve a oportunidade de fundar seu próprio grupo de bumba-meu-boi. Na época, sua mãe tornou-se prefeita de Nina Rodrigues e ela foi convocada para ser a secretária de Cultura da cidade. Um de seus principais projetos foi criar o Bumba-meu-boi de Nina Rodrigues. “Sempre fomos um grupo grande. Eram 100 pessoas. Atualmente somos 150”, diz.

Política – Concita Braga não nega que o Bumba-meu-boi de Nina Rodrigues esteja atrelado à vida política de sua família. “Não era de meu desejo, mas é praticamente impossível evitar que isso ocorra”, afirma. Para exemplificar, cita um episódio ocorrido em 1993, quando sua mãe lançou-se candidata à reeleição para concorrer à prefeitura do município. Segundo ela, o grupo opositor mandou roubar as indumentárias das índias e jogar no rio. “Foi uma tristeza enorme. Os pescadores nos ajudaram a resgatar as vestimentas do fundo do rio. Toda a cidade ficou comovida, pois todos eram muito envolvidos com o boi. Até as crianças empenharam-se em reconstruir as roupas das índias”, relata.

Outro caso, ela cita, aconteceu no ano passado, quando, segundo ela, o grupo de bumba-meu-boi foi impedido de dançar em Nina Rodrigues porque a administração vigente na cidade também é contrária ao grupo comandado pela família de Concita Braga.

Neste ano, o grupo completa 20 anos. Para comemorar a data, um CD com 15 faixas resgatando as melhores toadas do Bumba-meu-boi de Nina Rodrigues será lançado no próximo domingo, no dia do batizado do boi. A festa acontecerá na sede do grupo, no Monte Castelo, em São Luís. O CD produzido por Joelson Braga e por Concita tem a participação de Thaís Moreno. A capa do disco é feita em vinil, de onde deverá ser destacado o CD.


Bumba-meu-boi, família e trabalho

Na vida de Concita Braga, bumba-meu-boi, família e trabalho, tudo é uma coisa só. Sua casa vive cheia de gente: dançarinos, músicos, empregados, costureiros. Bastante receptiva, adora uma festa, apesar de gostar muito mais de estar em seu lar.

A relação com as duas filhas, Mayana Rafaella Braga, 21 anos, e Thyciana Braga, 22 anos, ela diz ser excelente. “Sempre me apóiam em tudo. Aprovam qualquer coisa que eu faça”, afirma. Do marido, falecido há quatro anos, é de quem sente mais saudades. “Mas não foi porque ele morreu que eu deixei de namorar”, brinca.

Aos fins de semana costuma aprontar churrasco e convidar os amigos para tomar cerveja. Mas para ela festa não tem hora. “Mesmo em dias de semana, se alguém trouxer uma carne e montar a churrasqueira, a gente faz o churrasco”, afirma.

Concita Braga quase se formou em Letras, mas abandonou a faculdade para dedicar-se aos trabalhos do grupo de bumba-meu-boi. Ela chegou a trabalhar como professora por alguns anos, também é funcionária pública, mas está para se aposentar, por isso, sobra-lhe mais tempo para cuidar da coreografia, das indumentárias, da escolha dos dançarinos e dos ensaios.

Desbocada – Ela é do tipo perfeccionista. Incomoda-lhe qualquer sinal de imperfeição. Durante a entrevista, uma de suas índias pergunta-lhe se ficou correto o bordado da indumentária. Ela lhe responde negativamente, manda desmanchar tudo e fazer de novo. A garota fica aflita e sai. “Só explico uma vez. Se não fizer exatamente como eu quero, leva bronca”, diz.

Mesmo sem conhecer notas musicais, é ela quem compõe a maioria das toadas do grupo. Já são mais de 300 músicas. “Quando uma toada vem à cabeça, me tranco no banheiro com o gravador. Só saio de lá depois que está quase pronta. O maestro cuida do resto, mas o arranjo tem de ter minha aprovação”, diz.

A atenção meticulosa aos detalhes reflete-se em sua casa. O jardim é bem cuidado. Os móveis são bem dispostos e os cômodos impecavelmente limpos. Ela também é bastante vaidosa. Cuidados com o visual requerem, evidentemente, idas freqüentes ao salão de beleza e à academia. Diariamente também participa de sessões de massagem. Porém, ressalva: “nunca fiz escova nem chapinha”, garante Concita, que é adepta dos cachos.

O cabelo é pintado em um tom amarronzado e recebe banhos de cremes semanais. Há vários anos ela mantém os fios compridos e o mesmo penteado que se resume a um pequeno broche brilhante segurando alguns poucos fios no alto da cabeça. “É um penteado jovem, de mocinha”, acredita. Ela toma mais de quatro complexos vitamínicos por dia, entre eles, cápsulas de colágeno.

Para o futuro, esperar poder ser prefeita de Nina Rodrigues. “Meu maior desejo é ajudar os habitantes da cidade onde eu cresci. Para o meu coração, continua sendo o lugar mais lindo do mundo. Quero que um dia todos possam reconhecer o potencial cultural da cidade”, revela.








sábado, 7 de julho de 2012

Nossa Homenagem de Hoje: Boi de Nina Rodrigues




BOI DE NINA RODRIGUES



Como todos já sabem, sempre quando vem uma atração de peso para nossa cidade, eu sempre tiro um tempo, para poder mostrar pra vocês, a história do grupo, banda, ou artista, pois é dever da sociedade entender e saber o que se tem por trás de tais maravilhosas atrações, com o Boi de Nina Rodrigues não é diferente, graças a seu jeito único e um corpo de balé jamais visto por outros grupos da mesma categoria.


Neste ano de 2012, o Boi de Nina, esteve em nossa cidade, mais especificamente ontem dia 06/07/2012, na quadra da FAP- Faculdade do Baixo Parnaíba, no arraial mais comentado da cidade. Com suas índias e vaqueiros e com um casal de cantores, além de uma banda super harmônica, o boi levou o povo ao delírio.

Por isso resolvi fazer essa homenagem ao Bumba Boi de Nina Rodrigues que tanto contribui para a cultura de Chapadinha.



Acompanhe a trajetória.

O Boi de Nina Rodrigues foi criado no Município de Nina Rodrigues, Antiga Vila da Manga, distante de São Luís 180 km, situado entre as margens dos rios: Preto, Munim e Iguará.


Nina Rodrigues, está intimamente ligado à História do Maranhão, pois foi em suas terras que no dia 13 de dezembro de 1838, iniciou-se um dos maiores movimentos revolucionários da época, a GUERRA DA BALAIADA, fato que está presente em inúmeras manifestações culturais e artísticas do Povo do Município.

BOI DE NINA RODRIGUES
Em 28 de março de 1989, com o intuito de preservar e resgatar os traços culturais e remanescentes do Município, CONCITA BRAGA, CHICO POETA e JONES BRAGA, iniciam uma pesquisa dentro da Comunidade para identificar qual das manifestações popular/cultural representaria com maior dignidade as histórias/estórias, os costumes e valores de um povo. Foi caracterizado como a mais tênue expressão artístico-cultural, o Bumba-boi, surgindo assim o BUMBA-BOI DE NINA RODRIGUES ‘’BRILHO DA BALAIADA’’.

O Boi de Nina Rodrigues, vem desde 1990, desenvolvendo junto à comunidade, o resgate cultural através da música, poesia e da arte, na perspectiva de não deixar morrer a nossa historia e a nossa cultura.

BOI DE NINA RODRIGUES
Ousando do seu caráter original o Boi de Nina Rodrigues registra a identidade de um povo envolto num mar de criatividade com a gravação do seu primeiro vinil em 1991. Ainda nesse ano o Boi de Nina Rodrigues, a convite de Dra Roseana Sarney apresenta-se pela primeira vez ao grande público maranhense firmando sua existência no contexto de Bumba Boi de Orquestra do Maranhão.

Desde então, o Boi de Nina Rodrigues, com Nove CD’s gravados vem mantendo-se como “Modelo” para os demais grupos culturais em suas coreografias harmônicas e ritmadas, sendo pioneiros na introdução de novos instrumentos não utilizados até então em Bumba Boi de Orquestra, sem perder no entanto, suas raízes preservando suas características regionais.


Em toda sua trajetória musical o Boi de Nina Rodrigues, no enriquecimento de sua musicalidade, convida Artistas Maranhenses para participar na produção musical de seus CD’s, dentre eles estão: Josias Sobrinho, Rogeryo Du Maranhão, Djalma Chaves, Papete, Beto Pereira, Mano Borges, Cesar Nascimento, Humberto de Maracanã, Cláudio Pinheiro, Carlos da Fé, Ana Torres, Lucia Bastos, Werley Torres, Roberto Ricci e Luis Morais, acrescentando ainda mais qualidade artística às gravações das mais belas toadas. Toadas essas como Nordeste Brasileiro que em 2001 teve seus direitos autorais cedidos à TV Globo Nordeste por ser o mais expressivo registro da beleza nordestina enfatizando nossa tradição, firmando assim o Boi de Nina Rodrigues como um dos maiores precursor e divulgador da cultura maranhense.


Visando a manutenção e divulgação de nossas tradições o Boi de Nina Rodrigues no ano de 2000, conquista sua Sede própria possibilitando à Comunidade do Monte Castelo e demais localidades à participação de forma gratuita em Oficinas de trabalhos artesanais como: chapéus em canutilhos e em fitas, coletes, trajes indígenas, cocás, etc. Toda essa atividade não possui fins lucrativos e a realização das mesmas só tornam-se possíveis mediante valorosa contribuição dos admiradores do Boi e do esforço pessoal da Idealizadora desse grande sonho CONCITA BRAGA.


O Boi de Nina Rodrigues conta hoje com 150 brincantes assim distribuídos: 30 Índias Oficiais (10 substitutas), 28 Campeadores (05substitutos), 32 Vaqueiros de Fita (05 substitutos), 05 Mutucas (crianças), 02 Miolos (dançam sob o boi), 03 Índias Guerreiras, 01 Campeadora Principal (Amo do Boi), 01 Pai Francisco, 01 Mãe Catirina, 03 Cantadores, 02 Tambores Onças, 02 Zabumbas, 02 Trompetes, 02 Trombones, 01 Sax-Tenor, 02 Banjos, 01 Violão, 01 Contrabaixo, 04 Ganzás e 07 integrantes da produção.
BOI DE NINA RODRIGUES


O Boi de Nina Rodrigues estende sua programação além fronteiras juninas uma vez que o mesmo participa de vários eventos ligados à cultura Maranhense dentro e fora do Estado. Tradicionalmente, no mês de novembro, acontece o Auto da Morte do Boi de Nina Rodrigues na cidade de mesmo nome, evento esse que reuni vários artistas da Cultura Maranhense assim como convidados especiais ilustrando ainda mais o potencial da região como representante da Arte do Bumba-boi.

QUADRILHA: ROCEIROS DO CONSEF

QUADRILHA: ROCEIROS DO CONSEF

BOI DE NINA RODRIGUES

BOI DE NINA RODRIGUES

BOI DE NINA RODRIGUES
Thais Moreno - Cantora do Boi de Nina Rodrigues 2012


BOI DE NINA RODRIGUES



BOI DE NINA RODRIGUES

BOI DE BURITI DE INÁCIA VAZ

Fonte: : http://www.boideninarodrigues.com/
Fotos: Kim Pereira
 

domingo, 1 de julho de 2012

Nossa Homenagem de Hoje: Papete

Papete é o nome de José de Ribamar Viana (Bacabal, 8 de novembro de 1947) é cantor, compositor, percussionista, produtor e arranjador . Papete dedicou-se ao berimbau, desenvolvendo técnica invejável na sua execução, o que lhe valeu notoriedade internacional. A partir de 1990, o músico resolveu dedicar-se à pesquisa, registro e divulgação das obras e compositores maranhenses. O músico ficou famoso por desenvolver uma técnica excêntrica no berimbau, inovando ritmos e criando uma performance musical totalmente particular ao instrumento e à percussão, que é sua especialidade. Durante o período de 1993 a 1998, Papete dedicou-se a pesquisar sobre os ritmos do Maranhão. O resultado é o projeto Tambor de Mina, em que os sons, ritmos e melodias da música maranhense são mostrados de uma forma universal, moderna e agradável. Integrou a banda magistral de Almir Sater, outro gênio da música brasileira, é preciso dizer mais alguma coisa? Trabalhou como produtor e arranjador e foi eleito um dos três melhores percussionistas do mundo quando participou do Festival de Jazz de Montreux na Suíça nos anos de 1982, 1984 e 1987.Também acompanhou o músico italiano Angelo Branduardi na década de 80. Atualmente trabalha com projetos solos. Pape vai esta hoje 01/07/2012, na praça Irineu Veras Galvão,em Chapadinha-MA apresentando-se com seu show diversificado, que agrada todo os públicos, Ele emcerrará os festejos juninos de Chapadinha-MA.

 DISCOGRAFIA

Berimbau e percussão (Discos Marcus Pereira - 1975)
Bandeira de aço (Discos Marcus Pereira - 1978)
Promessa de pescador (1980)
 Água de coco (1980)
 Papete (1987)
Rompendo fogo (1989)
Voz dos arvoredos (1992)
Jambo (2002)

 Fonte: http://loiradobem.blogspot.com.br e Fatos revelados pelo próprio cantor, em sua passagem por Chapadinha.