SÃO LUÍS - Cerca de pelo menos 600 alunos de cursos diversos, principalmente da área de saúde (Medicina, Odontologia e Enfermagem), além de Direito e Engenharia, estão envolvidos em alteração de notas no Uniceuma. A fraude no lançamento de notas foi denunciada pela reitoria da instituição à polícia, no início da semana.
De acordo com o delegado Breno Galdino, da Superintendência Estadual de Investigações Criminais, já interrogou 20 alunos supostos de envolvimento com a fraude. Eles disseram estar surpreso com a adulteração das notas e negaram ter ligação com o caso.
O delegado disse que as investigações estão em fase inicial e não se tem informações das pessoas envolvidas. "Estamos em fase de levantamento de informações. Temos recebidos algumas denúncias anônimas na Seic querendo contribuir. Estamos construindo como se dá essa quadrilha, como ela vem agindo. Como foram sendo cooptados os alunos para fazer essa adulteração de notas. E quem estava recebendo. De posse desse material chegaremos aos culpados" ressaltou.
O delegado adiantou que existem casos de disciplinas em que o aluno constava no sistema como aprovado, sem ter feito nenhuma prova durante o semestre. As investigações apontaram adulterações no sistema datadas do ano passado, mas, segundo o delegado, há casos de 2009 envolvendo alunos já formados.
O reitor do Uniceuma, Marcos Barros, disse que a imagem da instituição tem que ser valorizada a todo custo.
- Nós fizemos uma auditoria e detectado a inconsistência, procuramos à polícia ao saber das adulterações. Isso mostra nosso compromisso com a verdade - disse.
Versão da reitoria
Marcos Barros afirmou que a instituição tem acompanhado e prestado apoio ao trabalho policial. Somado ao inquérito aberto pela Superintendência Especial de Investigação Criminal (Seic), o Uniceuma submeterá os estudantes e as pessoas comprovadamente envolvidos na fraude ao Conselho de Ética da instituição.
Até o momento, disse o reitor, nenhum estudante foi punido formalmente e nenhum funcionário afastado. "Precisamos ter certeza dos envolvimentos para procedermos as punições", justifica.
Questionado da repercurssão da denúncia para instituição, o reitor foi categórico em dizer que a instituição tem 22 anos de serviços prestados à comunidade, cuja a imagem tem que ser preservada a todo instante.
- O Uniceuma é uma instituição séria que tem como objetivo ter bons professores, bons alunos, que são maioria. Todos saem cada vez mais fortalecidos, pois sabem que terão um diploma cada vez mais valorizado pelo mercado de trabalho - admite.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Compositora de ‘Ai se eu te pego’ faz acordo de coautoria com estudantes
Do G1 PB
A cantora Sharon Acioly, que junto com seu parceiro Antonio Dyggs registrou a composição “Ai se eu te pego”, sucesso de Michel Teló, assinou acordo extra judicial com três paraibanas que dizem ter criado o refrão da música. A baiana chegou neste sábado (4) a João Pessoa para uma reunião com as estudantes Karine VinagreDe acordo com a versão do advogado das três meninas, André Cabral, a história teria começado ainda em 2006, quando elas foram à Disney com um grupo de amigas. A brincadeira criada durante o passeio foi levada três anos depois para um show de Sharon Acioly no Axé Moi, em Porto Seguro, onde apenas parte desse grupo esteve presente, junto com outras garotas. A cantora, impressionada pela brincadeira e pela dança das jovens, resolveu repetir o refrão no palco, dizendo “música nova, composição das minhas três backing vocals de João Pessoa”, conforme mostra um vídeo amador disponibilizado no Youtube.
A história permanecia nos bastidores, até que na última terça-feira (31) outras três meninas vieram a público contar o caso e reivindicar o reconhecimento da coautoria do mesmo refrão. Marcela Quirino Ramalho, Amanda Borba Cavalcanti e Maria Eduarda dos Santos também estiveram na viagem à Disney e, segundo Adelson Barbosa, pai desta última, teriam participado da criação da brincadeira. Elas chegaram a realizar um registro público relatando o caso em cartório, no último dia 26 de janeiro.
Informada sobre a polêmica por telefone, através da reportagem do G1 na última terça-feira (31), a cantora admitiu ter se inspirado em uma brincadeira criada pelas garotas de João Pessoa. Ela informou que já havia mencionado o fato em entrevistas e programas de televisão, destacando que teria sido esse o combinado com as meninas, sem detalhar os seus nomes., Amanda Cruz e Aline Medeiros e o advogado delas.
“Foi tudo uma brincadeira, que depois virou brincadeira de palco, que depois virou música. Elas pediram apenas para eu citar que a música tinha sido inspirada nisso, o que venho fazendo em todos os programas de televisão em que participo. Não estou entendendo porque estão falando disso agora. Só vou me pronunciar quando tratar do assunto”, declarou Sharon.
Embora as estudantes Karine Vinagre, Amanda Cruz e Aline Medeiros não tenham se posicionado publicamente, a mobilização provocada pelo segundo grupo fez com que Sharon agilizasse as negociações com as três estudantes com as quais tinha contato. A negociação foi confirmada através de nota oficial de esclarecimento, enviada neste sábado (4) por meio da assessoria de imprensa da compositora, que também compartilhou o comunicado em seu perfil público do Facebook.
“A animadora de palco Sharon Acioly nunca omitiu que a música “Ai se eu te pego” surgiu de brincadeiras realizadas entre as três estudantes de João Pessoa - Karine, Aline e Amanda Cruz, razão pela qual manteve contato com as mesmas para definição das questões legais de registro e edição do hit, que possui como trecho de sua letra a criação das estudantes”, diz a nota.
Na nota consta ainda que “as conversas sobre participação na composição foram definidas recentemente, sendo então finalizada a negociação autoral entre os seus compositores e a editora responsável, estando tais questões contratuais resguardadas pela confidencialidade que é padrão no mercado”.
O advogado André Cabral não entrou em detalhes a respeito dos valores do acordo firmado com Sharon Acioly e com a Editora Pantanal em respeito à cláusula de confidencialidade. Em relação às outras três garotas, que na próxima semana devem entrar na justiça em busca de seus direitos de coautoria, Cabral argumenta que elas teriam sido apenas "propagadoras" do refrão, e não coautoras.
Porém, de acordo com o pai de Maria Eduarda dos Santos, uma das meninas do grupo não beneficiado pelo acordo, a advogada de Sharon Acioly e de Michel Teló teria oferecido inicialmente R$2 mil a cada uma delas para que desistissem do direito de coautoria. Como a oferta foi recusada, Adelson Barbosa contou que uma nova proposta, no valor de R$ 33 mil, também teria sido feita nesta sexta-feira (3), mas também não foi aceita.
A assessoria de imprensa da cantora, por outro lado, negou a participação das outras meninas na elaboração do refrão, em nota oficial. “Quanto às estudantes paraibanas Marcella Quinho Ramalho, Amanda Borba Cavalcanti de Queiroga e Maria Eduarda Lucena dos Santos, que vieram recentemente a público para reivindicar suposta participação na autoria, e divulgaram uma alegada disputa incoerente, esclarece-se que a mesma não é reconhecida pelos verdadeiros compositores e co-autores da obra”.
A cantora Sharon Acioly, que junto com seu parceiro Antonio Dyggs registrou a composição “Ai se eu te pego”, sucesso de Michel Teló, assinou acordo extra judicial com três paraibanas que dizem ter criado o refrão da música. A baiana chegou neste sábado (4) a João Pessoa para uma reunião com as estudantes Karine VinagreDe acordo com a versão do advogado das três meninas, André Cabral, a história teria começado ainda em 2006, quando elas foram à Disney com um grupo de amigas. A brincadeira criada durante o passeio foi levada três anos depois para um show de Sharon Acioly no Axé Moi, em Porto Seguro, onde apenas parte desse grupo esteve presente, junto com outras garotas. A cantora, impressionada pela brincadeira e pela dança das jovens, resolveu repetir o refrão no palco, dizendo “música nova, composição das minhas três backing vocals de João Pessoa”, conforme mostra um vídeo amador disponibilizado no Youtube.
A história permanecia nos bastidores, até que na última terça-feira (31) outras três meninas vieram a público contar o caso e reivindicar o reconhecimento da coautoria do mesmo refrão. Marcela Quirino Ramalho, Amanda Borba Cavalcanti e Maria Eduarda dos Santos também estiveram na viagem à Disney e, segundo Adelson Barbosa, pai desta última, teriam participado da criação da brincadeira. Elas chegaram a realizar um registro público relatando o caso em cartório, no último dia 26 de janeiro.
Informada sobre a polêmica por telefone, através da reportagem do G1 na última terça-feira (31), a cantora admitiu ter se inspirado em uma brincadeira criada pelas garotas de João Pessoa. Ela informou que já havia mencionado o fato em entrevistas e programas de televisão, destacando que teria sido esse o combinado com as meninas, sem detalhar os seus nomes., Amanda Cruz e Aline Medeiros e o advogado delas.
“Foi tudo uma brincadeira, que depois virou brincadeira de palco, que depois virou música. Elas pediram apenas para eu citar que a música tinha sido inspirada nisso, o que venho fazendo em todos os programas de televisão em que participo. Não estou entendendo porque estão falando disso agora. Só vou me pronunciar quando tratar do assunto”, declarou Sharon.
Embora as estudantes Karine Vinagre, Amanda Cruz e Aline Medeiros não tenham se posicionado publicamente, a mobilização provocada pelo segundo grupo fez com que Sharon agilizasse as negociações com as três estudantes com as quais tinha contato. A negociação foi confirmada através de nota oficial de esclarecimento, enviada neste sábado (4) por meio da assessoria de imprensa da compositora, que também compartilhou o comunicado em seu perfil público do Facebook.
“A animadora de palco Sharon Acioly nunca omitiu que a música “Ai se eu te pego” surgiu de brincadeiras realizadas entre as três estudantes de João Pessoa - Karine, Aline e Amanda Cruz, razão pela qual manteve contato com as mesmas para definição das questões legais de registro e edição do hit, que possui como trecho de sua letra a criação das estudantes”, diz a nota.
Na nota consta ainda que “as conversas sobre participação na composição foram definidas recentemente, sendo então finalizada a negociação autoral entre os seus compositores e a editora responsável, estando tais questões contratuais resguardadas pela confidencialidade que é padrão no mercado”.
O advogado André Cabral não entrou em detalhes a respeito dos valores do acordo firmado com Sharon Acioly e com a Editora Pantanal em respeito à cláusula de confidencialidade. Em relação às outras três garotas, que na próxima semana devem entrar na justiça em busca de seus direitos de coautoria, Cabral argumenta que elas teriam sido apenas "propagadoras" do refrão, e não coautoras.
Porém, de acordo com o pai de Maria Eduarda dos Santos, uma das meninas do grupo não beneficiado pelo acordo, a advogada de Sharon Acioly e de Michel Teló teria oferecido inicialmente R$2 mil a cada uma delas para que desistissem do direito de coautoria. Como a oferta foi recusada, Adelson Barbosa contou que uma nova proposta, no valor de R$ 33 mil, também teria sido feita nesta sexta-feira (3), mas também não foi aceita.
A assessoria de imprensa da cantora, por outro lado, negou a participação das outras meninas na elaboração do refrão, em nota oficial. “Quanto às estudantes paraibanas Marcella Quinho Ramalho, Amanda Borba Cavalcanti de Queiroga e Maria Eduarda Lucena dos Santos, que vieram recentemente a público para reivindicar suposta participação na autoria, e divulgaram uma alegada disputa incoerente, esclarece-se que a mesma não é reconhecida pelos verdadeiros compositores e co-autores da obra”.
Polícia prende dois acusados de agredir jovem e mendigo no Rio
Do G1 - São Paulo
Dois dos três jovens acusados de agredir um rapaz na Ilha do Governador, depois dele tentar defender um mendigo que estaria sendo importunado pelo grupo, estão presos. Tadeu Assad Farelli Ferreira, de 20 anos, e William Bonfim Nobre Freitas, de 23 anos, foram presos na noite de sexta-feira (3). O outro acusado, Rafael Zanini Maiolino, de 18 anos, é considerado foragido e está sendo procurado pela polícia. Os três tiveram a prisão preventiva decretada, acusados de tentativa de homicídio qualificado. As informações são da assessoria da Polícia Civil.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Deoclécio Filho, titular da 37ª DP (Ilha do Governador), a polícia ainda tenta identificar outros dois agressores. Segundo os investigadores, os três acusados admitiram ter participado da briga, mas disseram que a confusão foi provocada pelo estudante Vítor Suarez Cunha, de 21 anos, que está internado.
Tadeu Assad Ferreira é acusado pela principal testemunha do caso de ter começado a espancar Vítor Suarez Cunha. Ele teve afundamento na testa e na região dos olhos, passa por uma cirurgia no rosto neste sábado (4) e pode ficar com sequelas.
As agressões foram na madrugada de quinta-feira (2), por volta de 1h, em uma área nobre da Ilha do Governador. Vítor estava acompanhado do amigo, Kleber, que disse ter visto um grupo de cinco rapazes agredindo um mendigo.
Vítor tentou defender o morador de rua e foi espancado com socos e pontapés. Kleber tentou ajudar o amigo, mas também foi agredido.
A mãe de Vítor, que é assistente social, ficou chocada com a covardia. “Eu acho que minha dor está muito maior por conta de ele ter tentado defender um outro ser humano. Ele foi brutalmente violentado", disse ela.
No fim da tarde de sexta-feira, um outro jovem procurou a polícia e disse que já havia sido agredido por dois dos rapazes identificados: Tadeu Ferreira e Wiliam Freitas, que voltaram à delegacia para participar de uma acareação com a suposta vítima, antes de terem a prisão preventiva decretada.
Os policiais ainda procuram outras testemunhas e o mendigo.
20 chutes no rosto
O amigo do rapaz agredido se disse chocado com a violência do grupo. E afirmou ainda que se sentia culpado porque, segundo disse, foi ele quem tomou a iniciativa de ir falar com o grupo para que parasse de importunar o mendigo. Mas quem apanhou foi seu amigo, segundo contou.
"Foram extremamente violentos, foram chutes com muita vontade, ele já estava caído, imobilizado, e as pessoas continuavam chutando o rosto. O pior é que foi só o rosto. A quantidade de chutes foi imensa, ele deve ter tomado uns 20 chutes, pelo menos, em cinco minutos, foi tudo rápido", disse ele.
Dois dos três jovens acusados de agredir um rapaz na Ilha do Governador, depois dele tentar defender um mendigo que estaria sendo importunado pelo grupo, estão presos. Tadeu Assad Farelli Ferreira, de 20 anos, e William Bonfim Nobre Freitas, de 23 anos, foram presos na noite de sexta-feira (3). O outro acusado, Rafael Zanini Maiolino, de 18 anos, é considerado foragido e está sendo procurado pela polícia. Os três tiveram a prisão preventiva decretada, acusados de tentativa de homicídio qualificado. As informações são da assessoria da Polícia Civil.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Deoclécio Filho, titular da 37ª DP (Ilha do Governador), a polícia ainda tenta identificar outros dois agressores. Segundo os investigadores, os três acusados admitiram ter participado da briga, mas disseram que a confusão foi provocada pelo estudante Vítor Suarez Cunha, de 21 anos, que está internado.
Tadeu Assad Ferreira é acusado pela principal testemunha do caso de ter começado a espancar Vítor Suarez Cunha. Ele teve afundamento na testa e na região dos olhos, passa por uma cirurgia no rosto neste sábado (4) e pode ficar com sequelas.
As agressões foram na madrugada de quinta-feira (2), por volta de 1h, em uma área nobre da Ilha do Governador. Vítor estava acompanhado do amigo, Kleber, que disse ter visto um grupo de cinco rapazes agredindo um mendigo.
Vítor tentou defender o morador de rua e foi espancado com socos e pontapés. Kleber tentou ajudar o amigo, mas também foi agredido.
A mãe de Vítor, que é assistente social, ficou chocada com a covardia. “Eu acho que minha dor está muito maior por conta de ele ter tentado defender um outro ser humano. Ele foi brutalmente violentado", disse ela.
No fim da tarde de sexta-feira, um outro jovem procurou a polícia e disse que já havia sido agredido por dois dos rapazes identificados: Tadeu Ferreira e Wiliam Freitas, que voltaram à delegacia para participar de uma acareação com a suposta vítima, antes de terem a prisão preventiva decretada.
Os policiais ainda procuram outras testemunhas e o mendigo.
20 chutes no rosto
O amigo do rapaz agredido se disse chocado com a violência do grupo. E afirmou ainda que se sentia culpado porque, segundo disse, foi ele quem tomou a iniciativa de ir falar com o grupo para que parasse de importunar o mendigo. Mas quem apanhou foi seu amigo, segundo contou.
"Foram extremamente violentos, foram chutes com muita vontade, ele já estava caído, imobilizado, e as pessoas continuavam chutando o rosto. O pior é que foi só o rosto. A quantidade de chutes foi imensa, ele deve ter tomado uns 20 chutes, pelo menos, em cinco minutos, foi tudo rápido", disse ele.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Kassab vai doar terreno para Lula construir Memorial da Democracia na Nova Luz
Do R7.
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), quer doar um terreno para que o Instituto Lula, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, possa construir um Memorial da Democracia na Nova Luz, como é chamado o projeto urbanístico de revitalização da Cracolândia, em São Paulo.
Kassab apresentou um projeto de lei na Câmara Municipal, nesta quarta-feira (1º), que pede a concessão de uma área, localizada na rua dos Protestantes, por 99 anos, para a fundação do ex-presidente.
Em contrapartida, o instituto fica responsável pela construção do edifício onde será instalado o Memorial da Democracia. Além disso, a proposta do prefeito de São Paulo, se aprovada, exige acesso gratuito aos estudantes da rede pública de ensino.
A intenção da proposta é que o mesmo local abrigue também um acervo documental sobre a história do ex-presidente. Kassab disse, em entrevista coletiva, que “seria uma injustiça” se Lula não tivesse um local em sua homenagem.
- Afinal de contas, é um brasileiro que merecidamente alcançou o cargo de presidente. É legítimo e bom para o país que seja construído uma fundação com sua inspiração [Lula], para prestar serviços ao nosso país e também para deixar lá registrada as memórias de um período da história.
De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura de São Paulo, a ideia do projeto veio de experiências norte-americanas, já que nos EUA e até em outros países foram criados espaços de preservação da documentação política ou de acervos particulares de suas lideranças. Entre os exemplos citados estão Washington Monument, do Lincoln Memorial, do Richard Nixon Presidential Library and Museum, e dos espaços que valorizam e homenageiam Nelson Mandela e Gandhi.
- Os acervos documentais de um presidente da República integram o patrimônio cultural brasileiro e são declarados de interesse público, inclusive com garantia constitucional de proteção e preservação pelo Poder Público, por isso, a implantação do Memorial
Atualmente, Lula trabalha no Instituto Cidadania, onde voltou a despachar desde que passou a faixa presidencial para Dilma Rousseff. A entidade está instalada em uma casa próxima ao Museu do Ipiranga, na zona sul de São Paulo.
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), quer doar um terreno para que o Instituto Lula, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, possa construir um Memorial da Democracia na Nova Luz, como é chamado o projeto urbanístico de revitalização da Cracolândia, em São Paulo.
Kassab apresentou um projeto de lei na Câmara Municipal, nesta quarta-feira (1º), que pede a concessão de uma área, localizada na rua dos Protestantes, por 99 anos, para a fundação do ex-presidente.
Em contrapartida, o instituto fica responsável pela construção do edifício onde será instalado o Memorial da Democracia. Além disso, a proposta do prefeito de São Paulo, se aprovada, exige acesso gratuito aos estudantes da rede pública de ensino.
A intenção da proposta é que o mesmo local abrigue também um acervo documental sobre a história do ex-presidente. Kassab disse, em entrevista coletiva, que “seria uma injustiça” se Lula não tivesse um local em sua homenagem.
- Afinal de contas, é um brasileiro que merecidamente alcançou o cargo de presidente. É legítimo e bom para o país que seja construído uma fundação com sua inspiração [Lula], para prestar serviços ao nosso país e também para deixar lá registrada as memórias de um período da história.
De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura de São Paulo, a ideia do projeto veio de experiências norte-americanas, já que nos EUA e até em outros países foram criados espaços de preservação da documentação política ou de acervos particulares de suas lideranças. Entre os exemplos citados estão Washington Monument, do Lincoln Memorial, do Richard Nixon Presidential Library and Museum, e dos espaços que valorizam e homenageiam Nelson Mandela e Gandhi.
- Os acervos documentais de um presidente da República integram o patrimônio cultural brasileiro e são declarados de interesse público, inclusive com garantia constitucional de proteção e preservação pelo Poder Público, por isso, a implantação do Memorial
Atualmente, Lula trabalha no Instituto Cidadania, onde voltou a despachar desde que passou a faixa presidencial para Dilma Rousseff. A entidade está instalada em uma casa próxima ao Museu do Ipiranga, na zona sul de São Paulo.
sábado, 28 de janeiro de 2012
FINA ESTAMPA: Gêmea de Marcela aparece na pousada e diz que quer investigar morte da irmã
O clima animado do café da manhã da pousada da Zambeze (Totia Meireles) é quebrado pela chegada de uma mulher misteriosa. Íris (Eva Wilma) se assusta e desmaia ao constatar que a visitante é Marcela (Suzana Pires). "Você deveria estar morta", acusa ela ao acordar, causando um burburinho entre todos.
Surpresos com a volta da jornalista, os hóspedes da pousada querem saber o que está acontecendo. "Não é a Marcela, mas sim a irmã gêmea dela", esclarece Luana (Joana Lerner). "Isso mesmo. Meu nome é Joana Coutinho", completa a visitante.
Diante de Álvaro (Wolf Maya) e Zambeze, Joana (Suzana Pires) explica que mora em Belém e que recebeu a notícia da morte da irmã por uma carta, por isso demorou tanto a aparecer. "Vim para cá buscar as coisas dela, devem estar aqui na pousada, não é isso?", diz ela. "Vim também apurar as causas da morte dela", continua ela, que acaba ficando hospedada na pousada.
Tv Globo Rio.
Dançarina do Aviões do Forró desmaia após show em Salvador
Uma das dançarinas do grupo Aviões do Forró desmaiou logo após o final do show da banda no Festival de Verão Salvador, neste sábado (28). A garota chegou aos bastidores carregada por uma pessoa da produção. Ela já estava desmaiada e foi levada para um dos camarins da banda de forró.
Uma equipe médica foi chamada para atender a dançarina. De acordo com a assessoria da banda, a garota teve hipoglicemia. O grupo vem de uma maratona de aproximadamente 30 shows esse mês e a dançarina teria participado de todos.
O Aviões do Forró foi a quarta banda a se paresentar no evento na noite deste sábado, última do evento esse ano. Que fecha a noite é o cantor Márcio Victor, com o Psirico. Até agora, se apresentaram a banda A Zorra, Paula Fernandes e Asa de Águia.
Thiago Fragoso e Daniele Winits sofrem acidente em musical no Rio
Do G1, em São Paulo
O ator Thiago Fragoso e a atriz Daniele Winits sofreram um acidente na noite deste sábado (28) durante a apresentação do musical Xanadu, no Rio de Janeiro.
Segundo informações do Hospital Miguel Couto, onde Thiago deu entrada às 21h01, o cabo de segurança usado pelos atores durante um voo se rompeu e eles caíram em cima da plateia.
O Hospital São Vicente, na Gávea, informou que a atriz Daniele Winits deu entrada no pronto atendimento às 22h, andando, e que, até este horário, passava por exames.
O ator Thiago Fragoso e a atriz Daniele Winits sofreram um acidente na noite deste sábado (28) durante a apresentação do musical Xanadu, no Rio de Janeiro.
Segundo informações do Hospital Miguel Couto, onde Thiago deu entrada às 21h01, o cabo de segurança usado pelos atores durante um voo se rompeu e eles caíram em cima da plateia.
O Hospital São Vicente, na Gávea, informou que a atriz Daniele Winits deu entrada no pronto atendimento às 22h, andando, e que, até este horário, passava por exames.
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