Como em toda competição o concurso Orkut Cultural Pedro Botelho O Melhor Orkut do Mundo tem diretrizes pessoais claras, a fim de proteger tanto o dono do Orkut Pedro Botelho quanto os concorrentes. Não há informações omitidas aqui, portanto continue a leitura para saber mais.
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O concurso cultural denominado “Pedro Botelho O Melhor Orkut do Mundo” (doravante simplesmente o “Concurso Cultural”) é promovido por Pedro Botelho Tecnologia da Informação © . com sede na Av: Presidente Getulio Vargas, 1094, Corrente, município de Chapadinha,CEP:65500-000- Estado do Maranhão,Brasil, inscrito e com conta no Orkut desde Outubro de 2007 e regido de conformidade com o seguinte regulamento (o “Regulamento”).
1. 1 - Do Concurso
1. 1.1 A participação neste Concurso é voluntária e gratuita, não existindo qualquer intervenção direta ou indireta dos fatores pagamento ou sorte, nem vinculação à aquisição de qualquer produto e/ou serviço pelos Participantes (abaixo definidos).
2. 2 – Da Duração do Concurso
1. 2.1 Este Concurso terá início às 0h00 do dia 21 de Março de 2010 e término às 23h59m59s do dia 26 de Maio de 2010. Todos os horários citados neste Regulamento têm como referência o horário oficial de Brasília (GMT -03:00).
3. 3 – Da Elegibilidade dos Participantes
1. 3.1 O Concurso é válido em todo o território nacional da República Federativa do Brasil e está aberto aos nacionais e aos estrangeiros titulares do visto pertinente, Residentes no Brasil maiores de 18 (dezoito) anos de idade ou, se menores, devidamente autorizados ou representados, na forma da lei, por seus representantes legais.
1. 3.1.1 Não poderão participar deste Concurso bem como familiares em primeiro e segundo graus do dono do Orkut Promotor do Evento.
2. 3.1.2 Nao poderão participar do concurso agencias/ empresas, somente indivíduos.
4. 4 – Da Participação no Concurso
1. 4.1 Para concorrer, os Participantes devem acessar o Blog http://pedrobotelho2009.blogspot.com/ (“Blog spot”),copiar o formulário e preencher de forma completa e precisa os campos de cadastro, ler e aceitar este regulamento, por tal ato submetendo-se irrevogavelmente a todos os seus termos e condições, enviando o mesmo por e-mail, não serão aceitos projetos enviados por cartas, fax somente via e-mail.
1. 4.1.1 O Participante se responsabiliza integralmente, pela veracidade e exatidão das informações prestadas em seu cadastro, de modo que qualquer tentativa de criar falsa identidade, idade, endereço eletrônico ou físico, e outros dados que se fizerem necessários, será considerada como infração à legislação pátria e aos termos do presente Regulamento, ensejando o imediato cancelamento de sua inscrição a critério do Promotor, sem prejuízo, ainda, da apuração de eventuais indenizações e medidas penais e civis cabíveis.
2. 4.2 O Participante deverá desenvolver conteúdo para ser postodo nos álbuns de Pedro Botelho (Orkut e Blog), em formato de [uma foto de Pedro Botelho com efeitos, com uso de qualquer programa de edição de imagens], levando em conta o tema "brasilidade", e enviar o conteúdo no endereço eletrônico junto com o cadastro que esta no item 3.4.3
1. 4.2.1 O conteúdo enviado pelos Participantes deverá ser de autoria do próprio Participante.
2. 4.2.2 Na hipótese de recebimento, pela Promotor, de duas ou mais participações com conteúdos idênticos ou significativamente similares, análogas e/ou que, de qualquer forma, possam ser interpretadas como cópia ou reprodução, total ou parcial, apenas será considerada, para os efeitos de participação, o primeiro a ser recebido, sendo os demais desconsiderados para efeitos de julgamento e/ou premiação.
3. 4.3 Só Serão consideradas efetivamente inscritas as participações recebidas através do endereço eletrônico: pedro2008santos@yahoo.com.br ou pedro2008santos@hotmail.com durante o período indicado no item 2 acima, que preencham todas as demais condições previstas neste Regulamento. O envio de conteúdo após este período não será considerado para fins de participação do Concurso, sendo sumariamente desclassificadas as fotos enviadas após esta data.
5. 5 - Da Mecânica do Concurso
1. 5.1 Os conteúdos submetidos pelos Participantes serão julgados por uma comissão formada por integrantes de Pedro Botelho Tecnologia da Informação © (O Grupo que Assessoram vários Okuts) (a “Comissão Julgadora”).
2. 5.2 A Comissão Julgadora fará a pré-seleção dos melhores conteúdos que se enquadrem na proposta do Concurso cultural, utilizando-se dos critérios: originalidade, criatividade e adequação ao tema proposto. O conteúdo submetido pelos Participantes e selecionado pela Comissão Julgadora será então enviado à Chapadinha-MA, para que se escolha o vencedor.
3. 5.3 A decisão da Comissão Julgadora é soberana, inquestionável e irrecorrível.
4. 5.4 Ao final do concurso divulgará a data para ser divulgado o vencedor.
6. 6 – Do Prêmio
1. 6.1 Como prêmio, o vencedor terá o seu conteúdo transformado em fotos a ser postada em álbuns de Orkut e capa oficial do Orkut de Pedro Botelho no ano de 2010, a ser veiculado também em 2011.
2. 6.2 O prêmio é pessoal e intransferível e não poderá ser convertido, repassado ou substituído por dinheiro, bens ou serviços.
7. 7 - Da Cessão de Direitos
1. 7.1 Ao inscrever-se para participar neste Concurso, nos termos deste Regulamento, o Participante estará automaticamente autorizando, por si ou através dos seus representantes legais, desde já e de pleno direito, de modo expresso e em caráter irrevogável e irretratável:
1. 7.1.1 O uso gratuito e livre de qualquer ônus ou encargo de seu nome, sua imagem e sua voz em fotos, arquivos e/ou meios digitais, ou em qualquer tipo de mídia e/ou peças promocionais, inclusive em televisão, rádio, jornal, cartazes, faixas, outdoors e na Internet, no território nacional, para a ampla divulgação da conquista do prêmio e/ou do conteúdo vencedor.
2. 7.1.2 A cessão de todos os direitos relativamente ao conteúdo vencedor, incluindo, mas não se limitando, os direitos de expor, publicar, reproduzir, armazenar e/ou de qualquer outra forma dela se utilizar, em caráter gratuito e sem qualquer remuneração, ônus ou encargo, podendo referidos direitos serem exercidos em qualquer tipo de mídia e/ou peças promocionais, inclusive em televisão, rádio, jornal, cartazes, faixas, outdoors e na Internet, para a ampla divulgação do conteúdo vencedor, deste concurso e/ou de seu desenvolvimento posterior, nos termos da lei 9.610/98 (Lei de Direitos Autorais).
2. 7.2 O Participante vencedor deverá assinar os documentos necessários à cessão de direitos apresentados pelo Promotor, inclusive autorizações e anuências de seus representantes legais que se fizerem necessárias.
1. 7.2.1 A assinatura dos documentos acima referidos é condição indispensável para o recebimento do prêmio.
8. 8 - Da Desclassificação
1. 8.1 Serão imediatamente desclassificados deste Concurso:
1. 8.1.1 As inscrições e cadastros que contiverem dados incorretos, incompletos ou que não atendam as especificações técnicas e/ou quaisquer outras disposições deste regulamento;
2. 8.1.2 Os conteúdos que contenham conotação discriminatória ou que incitem as práticas ilegais, que agridam a imagem e/ou direito da Promotora, suas marcas ou produtos, ou de terceiros;
3. 8.1.3 Os conteúdos que contenham, total ou parcialmente, material desenvolvido por terceiros e/ou que não seja de titularidade do Participante.
9. 9 - Das Disposições Gerais
1. 9.1 Os Participantes do Concurso, incluindo o vencedor, assumem total e exclusiva responsabilidade a respeito de todas e quaisquer eventuais reivindicações de terceiros que se sintam prejudicados por suas participações no Concurso ou pelas cessões dos direitos de autor sobre seus conteúdos, sendo esses direitos cedidos livres e desembaraçados de todos e quaisquer ônus ou restrições. Todos os Participantes declaram que os conteúdos submetidos são originais. Em caso de plágio ou violação de direitos de propriedade intelectual de terceiros de qualquer espécie, o Promotor não responderá pelo ato do Participante, sendo este responsável por eventuais ônus ou danos a terceiros, respondendo integral e exclusivamente, além de ser desclassificado do concurso e conseqüentemente perder o direito de concorrer ao prêmio. O Participante se obriga, neste caso, a indenizar o Promotor pelos danos e prejuízos porventura ocasionados.
2. 9.2 Havendo interrupção ou suspensão do Concurso ou da publicação do vencedor no Blog e no Orkut devido a problemas de acesso à rede de Internet, intervenção de hackers, vírus, manutenção, queda de energia, falhas de software ou hardware, problemas com os servidores ou provedores do Participante ou do grupo promotor, por decisão desta ou em razão de caso fortuito ou força maior, não será devida qualquer indenização ou compensação aos Participantes do concurso e/ou aos eventuais terceiros prejudicados. O Promotor envidará os melhores esforços para dar prosseguimento ao concurso tão logo haja a regularização do sistema, resguardando-se, no entanto, a possibilidade de cancelamento definitivo na hipótese em que haja total impossibilidade de recuperação de dados. Nessa hipótese, os Participantes serão avisados por e-mail e não será cabível, da mesma forma, compensação e/ou indenização de qualquer espécie.
3. 9.3 O Promotor, a seu exclusivo critério, a qualquer tempo, se julgar necessário, poderá alterar as regras constantes deste Regulamento, assim como substituir qualquer prêmio anunciado por outro de igual ou maior valor, mediante comunicação pública de tais mudanças no Blog do Concurso.
4. 9.4 As dúvidas não previstas neste Regulamento serão julgadas pela Comissão Julgadora, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis.
5. 9.5 O Promotor poderá interromper o Concurso em qualquer momento caso motivos de força maior assim o faça necessário.
6. 9.6 A participação neste Concurso acarreta aos Participantes a aceitação total e irrestrita de todos os itens deste Regulamento.
7. 9.7 O presente Regulamento é regido única e exclusivamente pelo grupo Pedro Botelho Tecnologia da Informação ©, sendo que os Participantes concordam que a sede fica Localizada na AV: Presidente Getulio Vargas 1094 – Corrente – Chapadinha-MA,CEP: 65500-000 ,será o competente para dirimir eventuais controvérsias oriundas deste Regulamento, por mais privilegiado que outro seja ou possa vir a ser.
8. EXCLARECIMENTOS:
As dúvidas deverão ser tiradas pela central de atendimento do Grupo Pedro Botelho Tecnologia da Informação ©
Situada na Av: Presidente Getúlio Vargas 1094 - Corrente - CEP; 65500-000 –Chapadinha - MA - BRASIL
FONE: (0xx98)81588743
quarta-feira, 17 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Tim Maia
Sebastião Rodrigues Maia, mais conhecido como Tim Maia (Rio de Janeiro, 28 de setembro de 1942 — Niterói, 15 de março de 1998), foi um cantor e compositor brasileiro. Alcançou o sucesso a partir da década de 1970 e tornou-se um dos mais influentes cantores brasileiros. Morreu vítima de uma infecção generalizada, após a tentativa de um show em condições de saúde debilitada.
Foi regravado por vários artistas, como Kid Abelha, Viper, Lulu Santos e Paralamas do Sucesso e recebeu até homenagens por parte de artistas do porte de Caetano Veloso e Jorge
Carreira
Primeiros anos
Nascido no Bairro da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, na Rua Afonso Pena 24, começou a compor melodias ainda criança e já surpreendia a numerosa família, era o penúltimo de 19 irmãos.
Destacou-se pelo pioneirismo em trazer para a MPB o estilo soul de cantar. Com a voz grave e carregada, tornou-se um dos grandes nomes da música brasileira, conquistando grande vendagem e consagrando sucessos, lembrados até hoje, e que influenciaram o sobrinho, o cantor Ed Motta.
Tim Maia começou na música tocando bateria num grupo Tijucanos do Ritmo, formado na Igreja dos Capuchinhos próxima a sua casa, passando logo para o violão. Tim nessa época era conhecido como Babulina, por conta da pronúncia do rockabilly Bop-A-Lena de Ronnie Self (apelido que Jorge Ben tinha pelo mesmo motivo)[1]
Em 1957, fundou o Grupo vocal Os Sputniks, do qual participaram Roberto Carlos, Arlênio Silva, Edson Trindade e Wellington, ao contrário do que muitos pensam Erasmo Carlos nunca fez parte do grupo; Erasmo fez parte do The Snakes, grupo que acompanhava tanto Roberto quanto Tim após o fim do The Sputniks. Em 1959, foi para os Estados Unidos, onde estudou inglês e entrou em contato com a soul music, chegando a participar de um Grupo vocal, o The Ideals. No entanto 4 anos mais tarde viria a ser deportado de volta para o Brasil. Em 1969, foi chamado para gravar em dueto com Elis Regina a sua composição "These Are The Songs" no disco da cantora.
Seu primeiro trabalho solo foi um compacto pela CBS em 1968, que trazia as músicas "Meu país" e "Sentimento" (ambas de sua autoria, como todas as músicas sem indicação de autor). Sua carreira no Brasil fortaleceu-se a partir de 1969, quando gravou um compacto simples pela Fermata com "These are the Songs" (regravada no ano seguinte por Elis Regina em duo com ele, e incluída no LP Em pleno verão, de Elis) e "What Do You Want to Bet".
Anos 1970
Em 1970 gravou seu primeiro LP, "Tim Maia", na Polygram, por indicação da banda "Os Mutantes", que permaneceu em primeiro lugar no Rio de Janeiro por 24 semanas. Neste disco, obteve sucesso com as faixas "Azul da cor do mar", "Coronel Antônio Bento" (Luís Wanderley e João do Vale), "Primavera" (Cassiano) e "Eu Amo Você". Até Elis Regina, reconhecendo o talento de Tim, gravou uma de suas composições em inglês, "These are the songs", no disco "Em pleno verão", de 1970.
Nos três anos seguintes, com a mesma gravadora, lançou os discos Tim Maia volume II, tornando-se cada vez mais famoso com canções como a dançante "Não Quero Dinheiro (Só quero amar)", na era Disco; Tim Maia volume III e Tim Maia volume IV, no qual se destacaram "Gostava tanto de você" (Edson Trindade) e "Réu confesso". Em 1975 gravou os LPs Tim Maia racional vol. 1 e vol. 2. Em 1978 gravou para a Warner Tim Maia Disco Club acompanhado pela Banda Black Rio,[2] com um de seus maiores sucessos, "Sossego".
Fase racional (1975-1976)
Na década de 1970 entrou em contato com a doutrina Cultura Racional, liderada por Manuel Jacinto Coelho, um mestre de uma nova doutrina (que faz todos conhecerem de onde viemos e para onde vamos), quando lançou, (1975), os álbuns Tim Maia Racional, volumes 1 e 2 pelo selo Seroma (palavra "amores" ao contrário e abreviação do próprio nome "Sebastião Rodrigues Maia").
São considerados por muitos os melhores de Tim Maia, com grandes influências de funk e soul e pelo fato de que nesta época Tim Maia manteve-se afastado dos vícios, o que refletiu na qualidade de sua voz.
Desiludido com a doutrina, percebeu que o mestre Manuel não correspondeu ao ideal de um mestre. O cantor, revoltado, tirou de circulação os álbuns, tendo virado item de colecionadores, devido à raridade. Deste disco existem várias pérolas, uma das quais é Imunização Racional.
Já nos anos 2000 foram descobertas novas músicas pertencentes à "fase racional", no que foi intitulado de verdadeiro "racional 3", podendo-se mencionar as faixas: "You Gotta Be Rational", "Escrituração Racional", "Brasil Racional", "Universo em Desencanto Disco", "O Grão Mestre Varonil", "Do Nada ao Tudo" e "Minha Felicidade Racional", disponibilizadas apenas na Internet.
Após o término de sua fase racional, Tim voltou a seu antigo estilo de música e vida e mais sucessos se seguiram: "Sossego" (do LP "Tim Maia Disco Club", de 1978), "Descobridor dos Sete Mares" (faixa-título do LP de 1983, que também trouxe "Me Dê Motivo") e "Do Leme ao Pontal" (de "Tim Maia", 1986).
Anos 1980
Lançou em 1983 o LP "O Descobridor dos Sete Mares", com destaque para a canção-título "O Descobridor dos Sete Mares" (Michel e Gilson Mendonça) e para Música "Me dê Motivo" (Michael Sullivan/Paulo Massadas) um dos seus maiores sucessos. Em 1985, gravou Um Dia de Domingo, também de Sullivan e Massadas, num dueto com Gal Costa, obtendo grande sucesso. Outro disco importante da década de 1980 foi "Tim Maia" (1986), que trazia o hit "Do Leme ao Pontal". Artista com histórico de problemas com as gravadoras, na década de 1970 fundou seu próprio selo, primeiramente "Seroma" e depois "Vitória Regia". Por ele, lançou em 1990 "Tim Maia interpreta clássicos da bossa nova", e mais tarde "Voltou a clarear" e "Nova era glacial". Em 1988, venceu o Prêmio Sharp de música na categoria "Melhor Cantor".
Anos 1990
Descontente com as gravadoras, Tim Maia retomou a idéia da editora Seroma e da gravadora Vitória Régia Discos, pela qual passou a fazer seus lançamentos. Regravado por artistas do pop (Titãs, Paralamas do Sucesso, Marisa Monte), Tim retribuiu a homenagem gravando "Como Uma Onda", de Lulu Santos e Nelson Motta, que foi grande sucesso nos anos 1990, juntamente com seu álbum ao vivo, de 1992. De Jorge Ben Jor, ganharia o apelido de "o síndico do Brasil", na música "W/Brasil". Ao longo da década, Tim gravaria discos de bossa nova (um deles com Os Cariocas) e de versões clássicos do pop e do soul ("What a Wonderful World").
Em 1993, dois acontecimentos reimpulsionaram a carreira: a citação feita por Jorge Ben Jor na canção "W/Brasil" e uma regravação que fez de "Como uma onda" (Lulu Santos e Nelson Motta) para um comercial de televisão, de grande sucesso e incluída no CD "Tim Maia", do mesmo ano. Assim, aumentou muito a produtividade nesta década, gravando mais de um disco por ano com grande versatilidade: o repertório passou a abranger bossa nova, canções românticas,funks e souls. Também teve muitas composições regravadas por artistas da nova geração, como Paralamas do Sucesso e Marisa Monte.
Em 1996 lançou dois CDs ao mesmo tempo: "Amigo do rei", juntamente com Os Cariocas, e "What a Wonderful World", com recriações de standards do Soul e do Pop norte-americanos dos anos de 1950 a 1970. Em 1997 lançou mais três CDs, perfazendo 32 discos em 28 anos de carreira. Nesse mesmo ano fez uma nova viagem aos Estados Unidos.
Vida pessoal
Teve graves problemas com vícios. Chegava a beber três garrafas de uísque por dia, além do uso de maconha e cocaína. Colecionou desafetos e processos trabalhistas—de músicos contra ele e dele contra gravadoras --, além de renegar publicamente antigas amizades, ameaçar críticos e faltar a espetáculos. Exemplo disso foi o atraso de três horas para um show no clube Noites Cariocas; isto porque Tim desejou receber o cachê em espécie para cantar, e, mesmo após ter seu desejo atendido, recusou-se a pegar o bondinho por medo de altura. Passou anos sem se apresentar na Rede Globo e acusava o executivo da emissora, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, de ser o culpado pelo boicote. Outro conhecido inimigo ele denominava ETA, "Exploradores do Talento Alheio", formado por empresários e donos de casas de espetáculos.
Viveu nos Estados Unidos entre 1959 e 1963, até ser preso por posse de drogas, sendo em seguida deportado.Após voltar chegou a ser preso outra vez pelo furto de uma mesa e passou 11 meses encarcerado no Rio de Janeiro.
Tim Maia filiou-se ao PSB em 1997. No final de sua vida sofreu com problemas relacionados a obesidade, diabetes e problemas respiratórios. Durante a gravação de um espetáculo para a TV no Teatro Municipal na cidade de Niterói, no dia 3 de março de 1998, Tim tentou cantar, mesmo sabendo de sua má condição de saúde. Não conseguiu e retirou-se sem dar explicações; terminou sendo levado para o hospital numa ambulância, vindo a falecer em 15 de Março em Niterói aos 55 anos e com 140 quilos, após internação hospitalar devido a uma infecção generalizada. No ano seguinte, seria homenageado por vários artistas da MPB num show tributo, que se transformou em disco, especial de TV e vídeo.
Deixou dois filhos, Márcio Leonardo, o Léo Maia, e Telmo (caçula, que foi registrado oficialmente como Carmelo Maia, mas era Telmo como o pai o chamava). Léo Maia,[3] o mais velho, foi assumido por Tim Maia ainda na barriga da mãe. Tim e Geisa haviam namorado, anteriormente, mas se separaram depois de algumas brigas. Quando reataram ela estava grávida e o grande mestre da MPB assumiu a paternidade. Ambos são filhos de Geisa. A paixão de Tim Maia pelos filhos era tão grande que no álbúm de 1976 lançou a música "Márcio Leonardo e Telmo", onde profeticamente previu a carreira musical do filho Leo Maia (Marcio Leonardo). "O Marcio Leonardo veio na SEROMA pra tocar". SEROMA era o nome do selo de Tim Maia - abreviação de Sebastião Rodrigues Maia. Tinha orgulho em dizer que pai era quem criava e não quem colocava no mundo.
Homenagens
Em janeiro de 2001, em uma homenagem inusitada, o guitarrista Robin Finck do Guns N' Roses tocou uma versão rocker de seu sucesso Sossego, durante a apresentação da banda no Rock In Rio III.[4]
Entre tantas homenagens de qualidade já feitas a ele a mais recente foi no dia 14 de dezembro de 2007, a Rede Globo homenageou Tim no especial Por Toda a Minha Vida. Em 2009, o cantor foi homenageado no programa Som Brasil com participações de Leò Maia, Seu Jorge, Thalma de Freitas, Marku Ribas, Carlos Dafé, Taryn Spielman e a banda Instituto.[5]
Ano Título Formato
1970 Tim Maia LP e CD
1971 Tim Maia (volume 2) LP e CD
1972 Tim Maia (volume 3) LP e CD
1973 Tim Maia (volume 4) LP e CD
1975 Tim Maia Racional, Vol. 1 LP e CD
1976 Tim Maia (volume 5) LP e CD
1976 Tim Maia Racional, Vol. 2 LP e CD
1977 Tim Maia (volume 6) LP
1978 Tim Maia Disco Club LP
1978 Tim Maia em Inglês LP
1978 Tim Maia (volume 7) LP e CD
1979 Reencontro LP
1980 Tim Maia (volume 8) LP e CD
1982 Nuvens LP e CD
1983 O Descobridor dos Sete Mares LP e CD
1984 Sufocante LP e CD
1985 Tim Maia (volume 9) LP e CD
1986 Tim Maia (volume 10) LP e CD
1987 Somos América LP e CD
1988 Carinhos LP e CD
1990 Dance Bem CD
1990 Tim Maia Interpreta Clássicos da Bossa Nova LP e CD
1991 Sossego LP e CD
1993 Não Quero Dinheiro LP e CD
1993 Tim Maia Romântico CD
1994 Voltou Clarear CD
1995 Nova Era Glacial CD
1997 Pro Meu Grande Amor CD
1997 Sorriso de Criança CD
1997 What a Wonderful World CD
1997 Tim Maia & Os Cariocas: Amigos do Rei CD
1997 Só Você (Para Ouvir e Dançar) CD
1998 O Melhor de Tim Maia CD
1999 Soul Tim CD
1999 Inesquecível CD
2001 Tim Maia pra Sempre CD
2001 Warner 25 Anos CD
2002 Série Identidade CD
2002 Tim Maia Canta em Inglês: These Are the Songs CD
2002 Vou Pedir pra Você Voltar CD
2003 Forró do Brasil CD
2004 Soul Tim: Duetos CD
2004 A Arte de Tim Maia CD
2004 I Love MPB CD
2006 Novo Millennium CD
2006 Dançando a Noite Inteira (Jorge Ben Jor e Tim Maia) CD
Ao vivo
Ano Título Formato
1992 Tim Maia ao Vivo CD
1998 Tim Maia ao Vivo II CD
2007 Tim Maia in Concert CD
Referências
↑ Noites Tropicais. Sintonia Fina. Página visitada em 15 de abril de 2009.
↑ Estação Veja Tim Maia Disco Club, Tim Maia (WEA)
↑ Leo Maia: sucesso apesar da desconfiança. Veja São Paulo.
↑ Rock In Rio: Guns'N'Roses toca Tim Maia
↑ Os bastidores do Som Brasil Tim Maia
Bibliografia
Fábio, Até Parece Que Foi Sonho - Meus 30 anos de Amizade e Trabalho com Tim Maia. Ed. Matrix.
As interpretações de Tim Maia. Ed. Irmãos Vitale.
Motta, Nelson. Vale Tudo, O som e a fúria de Tim Maia. Ed. Objetiva.
Foi regravado por vários artistas, como Kid Abelha, Viper, Lulu Santos e Paralamas do Sucesso e recebeu até homenagens por parte de artistas do porte de Caetano Veloso e Jorge
Carreira
Primeiros anos
Nascido no Bairro da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, na Rua Afonso Pena 24, começou a compor melodias ainda criança e já surpreendia a numerosa família, era o penúltimo de 19 irmãos.
Destacou-se pelo pioneirismo em trazer para a MPB o estilo soul de cantar. Com a voz grave e carregada, tornou-se um dos grandes nomes da música brasileira, conquistando grande vendagem e consagrando sucessos, lembrados até hoje, e que influenciaram o sobrinho, o cantor Ed Motta.
Tim Maia começou na música tocando bateria num grupo Tijucanos do Ritmo, formado na Igreja dos Capuchinhos próxima a sua casa, passando logo para o violão. Tim nessa época era conhecido como Babulina, por conta da pronúncia do rockabilly Bop-A-Lena de Ronnie Self (apelido que Jorge Ben tinha pelo mesmo motivo)[1]
Em 1957, fundou o Grupo vocal Os Sputniks, do qual participaram Roberto Carlos, Arlênio Silva, Edson Trindade e Wellington, ao contrário do que muitos pensam Erasmo Carlos nunca fez parte do grupo; Erasmo fez parte do The Snakes, grupo que acompanhava tanto Roberto quanto Tim após o fim do The Sputniks. Em 1959, foi para os Estados Unidos, onde estudou inglês e entrou em contato com a soul music, chegando a participar de um Grupo vocal, o The Ideals. No entanto 4 anos mais tarde viria a ser deportado de volta para o Brasil. Em 1969, foi chamado para gravar em dueto com Elis Regina a sua composição "These Are The Songs" no disco da cantora.
Seu primeiro trabalho solo foi um compacto pela CBS em 1968, que trazia as músicas "Meu país" e "Sentimento" (ambas de sua autoria, como todas as músicas sem indicação de autor). Sua carreira no Brasil fortaleceu-se a partir de 1969, quando gravou um compacto simples pela Fermata com "These are the Songs" (regravada no ano seguinte por Elis Regina em duo com ele, e incluída no LP Em pleno verão, de Elis) e "What Do You Want to Bet".
Anos 1970
Em 1970 gravou seu primeiro LP, "Tim Maia", na Polygram, por indicação da banda "Os Mutantes", que permaneceu em primeiro lugar no Rio de Janeiro por 24 semanas. Neste disco, obteve sucesso com as faixas "Azul da cor do mar", "Coronel Antônio Bento" (Luís Wanderley e João do Vale), "Primavera" (Cassiano) e "Eu Amo Você". Até Elis Regina, reconhecendo o talento de Tim, gravou uma de suas composições em inglês, "These are the songs", no disco "Em pleno verão", de 1970.
Nos três anos seguintes, com a mesma gravadora, lançou os discos Tim Maia volume II, tornando-se cada vez mais famoso com canções como a dançante "Não Quero Dinheiro (Só quero amar)", na era Disco; Tim Maia volume III e Tim Maia volume IV, no qual se destacaram "Gostava tanto de você" (Edson Trindade) e "Réu confesso". Em 1975 gravou os LPs Tim Maia racional vol. 1 e vol. 2. Em 1978 gravou para a Warner Tim Maia Disco Club acompanhado pela Banda Black Rio,[2] com um de seus maiores sucessos, "Sossego".
Fase racional (1975-1976)
Na década de 1970 entrou em contato com a doutrina Cultura Racional, liderada por Manuel Jacinto Coelho, um mestre de uma nova doutrina (que faz todos conhecerem de onde viemos e para onde vamos), quando lançou, (1975), os álbuns Tim Maia Racional, volumes 1 e 2 pelo selo Seroma (palavra "amores" ao contrário e abreviação do próprio nome "Sebastião Rodrigues Maia").
São considerados por muitos os melhores de Tim Maia, com grandes influências de funk e soul e pelo fato de que nesta época Tim Maia manteve-se afastado dos vícios, o que refletiu na qualidade de sua voz.
Desiludido com a doutrina, percebeu que o mestre Manuel não correspondeu ao ideal de um mestre. O cantor, revoltado, tirou de circulação os álbuns, tendo virado item de colecionadores, devido à raridade. Deste disco existem várias pérolas, uma das quais é Imunização Racional.
Já nos anos 2000 foram descobertas novas músicas pertencentes à "fase racional", no que foi intitulado de verdadeiro "racional 3", podendo-se mencionar as faixas: "You Gotta Be Rational", "Escrituração Racional", "Brasil Racional", "Universo em Desencanto Disco", "O Grão Mestre Varonil", "Do Nada ao Tudo" e "Minha Felicidade Racional", disponibilizadas apenas na Internet.
Após o término de sua fase racional, Tim voltou a seu antigo estilo de música e vida e mais sucessos se seguiram: "Sossego" (do LP "Tim Maia Disco Club", de 1978), "Descobridor dos Sete Mares" (faixa-título do LP de 1983, que também trouxe "Me Dê Motivo") e "Do Leme ao Pontal" (de "Tim Maia", 1986).
Anos 1980
Lançou em 1983 o LP "O Descobridor dos Sete Mares", com destaque para a canção-título "O Descobridor dos Sete Mares" (Michel e Gilson Mendonça) e para Música "Me dê Motivo" (Michael Sullivan/Paulo Massadas) um dos seus maiores sucessos. Em 1985, gravou Um Dia de Domingo, também de Sullivan e Massadas, num dueto com Gal Costa, obtendo grande sucesso. Outro disco importante da década de 1980 foi "Tim Maia" (1986), que trazia o hit "Do Leme ao Pontal". Artista com histórico de problemas com as gravadoras, na década de 1970 fundou seu próprio selo, primeiramente "Seroma" e depois "Vitória Regia". Por ele, lançou em 1990 "Tim Maia interpreta clássicos da bossa nova", e mais tarde "Voltou a clarear" e "Nova era glacial". Em 1988, venceu o Prêmio Sharp de música na categoria "Melhor Cantor".
Anos 1990
Descontente com as gravadoras, Tim Maia retomou a idéia da editora Seroma e da gravadora Vitória Régia Discos, pela qual passou a fazer seus lançamentos. Regravado por artistas do pop (Titãs, Paralamas do Sucesso, Marisa Monte), Tim retribuiu a homenagem gravando "Como Uma Onda", de Lulu Santos e Nelson Motta, que foi grande sucesso nos anos 1990, juntamente com seu álbum ao vivo, de 1992. De Jorge Ben Jor, ganharia o apelido de "o síndico do Brasil", na música "W/Brasil". Ao longo da década, Tim gravaria discos de bossa nova (um deles com Os Cariocas) e de versões clássicos do pop e do soul ("What a Wonderful World").
Em 1993, dois acontecimentos reimpulsionaram a carreira: a citação feita por Jorge Ben Jor na canção "W/Brasil" e uma regravação que fez de "Como uma onda" (Lulu Santos e Nelson Motta) para um comercial de televisão, de grande sucesso e incluída no CD "Tim Maia", do mesmo ano. Assim, aumentou muito a produtividade nesta década, gravando mais de um disco por ano com grande versatilidade: o repertório passou a abranger bossa nova, canções românticas,funks e souls. Também teve muitas composições regravadas por artistas da nova geração, como Paralamas do Sucesso e Marisa Monte.
Em 1996 lançou dois CDs ao mesmo tempo: "Amigo do rei", juntamente com Os Cariocas, e "What a Wonderful World", com recriações de standards do Soul e do Pop norte-americanos dos anos de 1950 a 1970. Em 1997 lançou mais três CDs, perfazendo 32 discos em 28 anos de carreira. Nesse mesmo ano fez uma nova viagem aos Estados Unidos.
Vida pessoal
Teve graves problemas com vícios. Chegava a beber três garrafas de uísque por dia, além do uso de maconha e cocaína. Colecionou desafetos e processos trabalhistas—de músicos contra ele e dele contra gravadoras --, além de renegar publicamente antigas amizades, ameaçar críticos e faltar a espetáculos. Exemplo disso foi o atraso de três horas para um show no clube Noites Cariocas; isto porque Tim desejou receber o cachê em espécie para cantar, e, mesmo após ter seu desejo atendido, recusou-se a pegar o bondinho por medo de altura. Passou anos sem se apresentar na Rede Globo e acusava o executivo da emissora, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, de ser o culpado pelo boicote. Outro conhecido inimigo ele denominava ETA, "Exploradores do Talento Alheio", formado por empresários e donos de casas de espetáculos.
Viveu nos Estados Unidos entre 1959 e 1963, até ser preso por posse de drogas, sendo em seguida deportado.Após voltar chegou a ser preso outra vez pelo furto de uma mesa e passou 11 meses encarcerado no Rio de Janeiro.
Tim Maia filiou-se ao PSB em 1997. No final de sua vida sofreu com problemas relacionados a obesidade, diabetes e problemas respiratórios. Durante a gravação de um espetáculo para a TV no Teatro Municipal na cidade de Niterói, no dia 3 de março de 1998, Tim tentou cantar, mesmo sabendo de sua má condição de saúde. Não conseguiu e retirou-se sem dar explicações; terminou sendo levado para o hospital numa ambulância, vindo a falecer em 15 de Março em Niterói aos 55 anos e com 140 quilos, após internação hospitalar devido a uma infecção generalizada. No ano seguinte, seria homenageado por vários artistas da MPB num show tributo, que se transformou em disco, especial de TV e vídeo.
Deixou dois filhos, Márcio Leonardo, o Léo Maia, e Telmo (caçula, que foi registrado oficialmente como Carmelo Maia, mas era Telmo como o pai o chamava). Léo Maia,[3] o mais velho, foi assumido por Tim Maia ainda na barriga da mãe. Tim e Geisa haviam namorado, anteriormente, mas se separaram depois de algumas brigas. Quando reataram ela estava grávida e o grande mestre da MPB assumiu a paternidade. Ambos são filhos de Geisa. A paixão de Tim Maia pelos filhos era tão grande que no álbúm de 1976 lançou a música "Márcio Leonardo e Telmo", onde profeticamente previu a carreira musical do filho Leo Maia (Marcio Leonardo). "O Marcio Leonardo veio na SEROMA pra tocar". SEROMA era o nome do selo de Tim Maia - abreviação de Sebastião Rodrigues Maia. Tinha orgulho em dizer que pai era quem criava e não quem colocava no mundo.
Homenagens
Em janeiro de 2001, em uma homenagem inusitada, o guitarrista Robin Finck do Guns N' Roses tocou uma versão rocker de seu sucesso Sossego, durante a apresentação da banda no Rock In Rio III.[4]
Entre tantas homenagens de qualidade já feitas a ele a mais recente foi no dia 14 de dezembro de 2007, a Rede Globo homenageou Tim no especial Por Toda a Minha Vida. Em 2009, o cantor foi homenageado no programa Som Brasil com participações de Leò Maia, Seu Jorge, Thalma de Freitas, Marku Ribas, Carlos Dafé, Taryn Spielman e a banda Instituto.[5]
Ano Título Formato
1970 Tim Maia LP e CD
1971 Tim Maia (volume 2) LP e CD
1972 Tim Maia (volume 3) LP e CD
1973 Tim Maia (volume 4) LP e CD
1975 Tim Maia Racional, Vol. 1 LP e CD
1976 Tim Maia (volume 5) LP e CD
1976 Tim Maia Racional, Vol. 2 LP e CD
1977 Tim Maia (volume 6) LP
1978 Tim Maia Disco Club LP
1978 Tim Maia em Inglês LP
1978 Tim Maia (volume 7) LP e CD
1979 Reencontro LP
1980 Tim Maia (volume 8) LP e CD
1982 Nuvens LP e CD
1983 O Descobridor dos Sete Mares LP e CD
1984 Sufocante LP e CD
1985 Tim Maia (volume 9) LP e CD
1986 Tim Maia (volume 10) LP e CD
1987 Somos América LP e CD
1988 Carinhos LP e CD
1990 Dance Bem CD
1990 Tim Maia Interpreta Clássicos da Bossa Nova LP e CD
1991 Sossego LP e CD
1993 Não Quero Dinheiro LP e CD
1993 Tim Maia Romântico CD
1994 Voltou Clarear CD
1995 Nova Era Glacial CD
1997 Pro Meu Grande Amor CD
1997 Sorriso de Criança CD
1997 What a Wonderful World CD
1997 Tim Maia & Os Cariocas: Amigos do Rei CD
1997 Só Você (Para Ouvir e Dançar) CD
1998 O Melhor de Tim Maia CD
1999 Soul Tim CD
1999 Inesquecível CD
2001 Tim Maia pra Sempre CD
2001 Warner 25 Anos CD
2002 Série Identidade CD
2002 Tim Maia Canta em Inglês: These Are the Songs CD
2002 Vou Pedir pra Você Voltar CD
2003 Forró do Brasil CD
2004 Soul Tim: Duetos CD
2004 A Arte de Tim Maia CD
2004 I Love MPB CD
2006 Novo Millennium CD
2006 Dançando a Noite Inteira (Jorge Ben Jor e Tim Maia) CD
Ao vivo
Ano Título Formato
1992 Tim Maia ao Vivo CD
1998 Tim Maia ao Vivo II CD
2007 Tim Maia in Concert CD
Referências
↑ Noites Tropicais. Sintonia Fina. Página visitada em 15 de abril de 2009.
↑ Estação Veja Tim Maia Disco Club, Tim Maia (WEA)
↑ Leo Maia: sucesso apesar da desconfiança. Veja São Paulo.
↑ Rock In Rio: Guns'N'Roses toca Tim Maia
↑ Os bastidores do Som Brasil Tim Maia
Bibliografia
Fábio, Até Parece Que Foi Sonho - Meus 30 anos de Amizade e Trabalho com Tim Maia. Ed. Matrix.
As interpretações de Tim Maia. Ed. Irmãos Vitale.
Motta, Nelson. Vale Tudo, O som e a fúria de Tim Maia. Ed. Objetiva.
Amigos, ainda…

Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas
jogadas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos
que tivemos, dos tantos risos e
momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da
angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim…
do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades
continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja
pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem
sabe…nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas
tolices…
Aí, os dias vão passar, meses…anos… até
este contacto se tornar
cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo….
Um dia os nossos filhos verão as nossas
fotografias e perguntarão:
“Quem são aquelas pessoas?”
Diremos…que eram nossos amigos e……
isso vai doer tanto!
“Foram meus amigos, foi com eles que vivi
tantos bons anos da minha vida!”
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes
novamente……
Quando o nosso grupo estiver incompleto…
reunir-nos-emos para um último
adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar
mais vezes daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para
continuar a viver a sua vida,
isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo…..
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde
amigo: não deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas
adversidades sejam a causa de grandes
tempestades….
Eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os
meus amores, mas enlouqueceria se
morressem todos os meus amigos!
segunda-feira, 15 de março de 2010
Dúvidas dos Leitores

79. A dúvida é: Ele não vai respeitar quem se opor ou opuser?
A resposta é: Ele não vai respeitar quem se opuser.
O verbo OPOR deve ser usado no futuro do subjuntivo, e não no infinitivo. Vejamos outros exemplos: verbo fazer – quem fizer; querer – quem quiser; trazer – quem trouxer; saber – quem souber; dizer – quem disser…
80. A dúvida é: Eles ainda não reaveram ou reouveram o dinheiro roubado?
A resposta é: Eles ainda não reouveram o dinheiro roubado.
Na hora de usar o verbo reaver, sempre surge esta dúvida: é “reaveram” ou “reaviram”? É a famosa dúvida do nada com coisa alguma. O verbo reaver significa “recuperar”, ou seja, é “haver de novo”. É, portanto, derivado do verbo haver. Deve seguir a conjugação do verbo haver. O pretérito perfeito do indicativo do verbo haver é: houve, houveste, houve, houvemos, houvestes e houveram. Assim sendo, o verbo reaver fica: eu reouve, tu reouveste, ele reouve, nós reouvemos, vós reouvestes e eles reouveram.
81. A dúvida é: Neste momento, viemos ou vimos informar-lhes as novas decisões da diretoria?
A resposta é: Neste momento, vimos informar-lhes as novas decisões da diretoria.
Neste momento significa “agora”. Devemos, portanto, usar o verbo vir no presente do indicativo, e não no pretérito perfeito. A forma viemos é do pretérito perfeito do indicativo: eu vim, tu vieste, ele veio, nós viemos, vós viestes e eles vieram. O presente do indicativo do verbo vir é: eu venho, tu vens, ele vem, nós vimos, vós vindes e eles vêm.
A forma vimos pode ser presente do indicativo do verbo vir ou pretérito perfeito do verbo ver: “Vimos, por meio desta, comunicar-lhes as alterações ocorridas no nosso calendário” (vimos = presente indicativo do verbo vir); “Ontem nós vimos o jogo pela televisão” (vimos = pretérito perfeito do indicativo do verbo ver).
82. A dúvida é: Quando corro, eu soo ou suo muito?
A resposta é: Quando corro, eu suo muito.
Não podemos confundir os verbo suar com soar. Suar vem de suor, e soar vem de som. Se você corre muito e produz suor, você sua. Soar é produzir som. Se o corredor prender uma sineta na perna, aí soa. O verbo soar só necessita da terceira pessoa: a campainha soa, os sinos soam. O verbo suar, no presente do indicativo, fica: eu suo, tu suas, ele sua, nós suamos, vós suais, eles suam.
83. A dúvida é: É preciso que você reaveja ou recupere os seus documentos?
A resposta é: É preciso que você recupere os seus documentos.
O verbo reaver não deriva do verbo “ver”, como parece. Reaver é “haver de novo”. Deriva, portanto, do verbo haver. E deve, por isso, seguir o verbo haver. Acontece que o verbo reaver só “existe” nas formas em que o verbo haver apresenta a letra “v”: havemos – reavemos; havia – reavia; houve – reouve; haverá – reaverá; houver – reouver… No presente do indicativo, o verbo haver é: eu hei, tu hás, ele há, nós havemos, vós haveis e eles hão. Assim sendo, o verbo reaver só tem as 1ª e 2ª pessoas do plural: nós reavemos e vós reaveis. Como o presente do subjuntivo é derivado da 1ª pessoa do singular do presente do indicativo, a forma “que eu reaveja” não existe. Portanto, temos duas soluções: 1a) trocar o verbo reaver por um sinônimo: “É preciso que você recupere os seus documentos”; 2a) usar uma expressão equivalente: “É preciso que você consiga reaver os seus documentos”.
Outro verbo que merece atenção é “precaver-se”. Parece derivado de “ver”, mas não é. Além disso, é um verbo defectivo, ou seja, apresenta falhas: nos tempos do presente, só tem a 1ª pessoa do plural (nós nos precavemos) e a 2ª pessoa do plural (vós vos precaveis) do presente do indicativo. As chamadas formas rizotônicas (=1ª, 2ª e 3. pessoas do singular e a 3ª pessoa do plural) não existem. O presente do subjuntivo, por ser derivado da 1ª pessoa do singular do presente do indicativo, não apresenta pessoa alguma. Assim sendo, formas como “eu me precavejo” e “que ele se precavenha” simplesmente não existem. Somos obrigados a usar um verbo sinônimo ou expressão equivalente: “eu tomo cuidado”, “que ele se previna”…
84. A dúvida é: Só acreditarei se a galinha pôr ou puser os ovos?
A resposta é: Só acreditarei se a galinha puser os ovos.
Não devemos confundir o infinitivo (pôr) com a forma do futuro do subjuntivo (puser). As orações condicionais (iniciadas pela conjunção “se”) e temporais (iniciadas pela conjunção “quando”) pedem o verbo no futuro do subjuntivo: se eu puser, quando você fizer, se nós dissermos, quando ele for…
No caso do verbo pôr, é importante lembrar que a regra também se aplica aos derivados: depor, dispor, compor, repor, impor… Assim sendo, o correto é “quando ele depuser na CPI”, “se eu dispuser de tempo”, “quando eles compuserem o samba”, “quando ele repuser o dinheiro”, “se o zagueiro não se impuser em campo”…
85. A dúvida é: Ainda que o caso não é ou seja de emergência, é preciso agir rapidamente?
A resposta é: Ainda que o caso não seja de emergência, é preciso agir rapidamente.
A conjunção concessiva “ainda que” pede o verbo no subjuntivo: “ainda que seja, tenha, faça, diga, vá, venha…” É importante lembrar que o modo subjuntivo indica “suposição, hipótese, desejo…”, e o modo indicativo deve ser usado para o real: “Ele é, tem, faz, diz, vai, vem…”
Homem mais baixo do mundo morre aos 21 anos, diz Livro Guinness dos Recordes


O chinês He Pingping, considerado o homem mais baixo do mundo pelo Livro Guinness dos Recordes, morreu em Roma aos 21 anos de idade, informou nesta segunda-feira (15) o Guinness. Ele tinha menos de 75 cm de altura.
Pingping participava de um programa de TV quando começou a sentir dores no peito. Ele foi hospitalizado, mas morreu no fim de semana.
chinês sofria de uma doença óssea que limitava seu crescimento. Ele tinha 74,61 centímetros.
"Para um homem tão baixinho, teve um impacto enorme no mundo", disse Craig Glenday, redator-chefe do Livro dos Recordes.
sábado, 13 de março de 2010
CANTORA STEFHANY capota Cross Fox no interior do Piauí

A cantora Stefhany sofreu um acidente, é isso mesmo, na madrugada deste sábado (13/03) a piauiense no momento que se deslocava para o povoado Baixas do Maranhão em Inhuma, na PI-227, capotou seu carro.
Segundo informações estavam no veículo, sua mãe, Nety França e o motorista. Nenhum dos ocupantes tiveram complicações mais graves, apenas ferimentos leves.
O veículo do acidente foi o famoso Cross Fox amarelo que a cantora ganhou no programa Caldeirão do Huck, das mãos do apresentador Luciano Huck. De acordo com testemunhas o veículo teria capotado pelo menos três vezes. No trecho que estavam a pista não era asfaltada e o motorista provavelmente perdeu o controle do veículo.
Stefhany vinha de Picos e estava indo para sua cidade onde iria descansar e matar a saudade de toda a sua família.
Governadora do Maranhão -Roseana Sarney

Roseana está em seu terceiro mandato como governadora do Maranhão e foi a primeira mulher brasileira a ser eleita e reeleita governadora, em 1994 e 1998. Foi também a Deputada Federal mais votada do Maranhão, em 1990, e senadora, em 2002.
De 1985 a 1990, atuou como assessora parlamentar do Gabinete Civil da Presidência da República. Foi assessora política na campanha da Aliança Democrática que, elegendo Tancredo Neves e José Sarney para Presidente e Vice-presidente da República, marcou o fim da ditadura militar no Brasil. Foi Secretária Extraordinária do Governo do Maranhão e chefe de gabinete do Senador José Sarney. É socióloga, formada pela Universidade de Brasília (UNB). Estudou na Escola Normal do Maranhão, em São Luís, no Sacré-Coeur de Maria e no Colégio Pré-Universitário, em Brasília.
Nasceu em São Luís, no dia 1° de junho de 1953. Casada com o economista Jorge Murad, tem uma filha, Rafaela Sarney Murad, e dois netos: Fernanda e Rafael.
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