segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Profª Selma Garrido Pimenta


Possui graduação em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1965), mestrado em Educação: Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1979) e doutorado em Educação: Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1985). Atualmente é Professor Titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo - FE - USP. Coordena (em parceria) o GEPEFE - Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Formação do Educador desde 1989, junto ao programa de Pós Graduação em Educação - FEUSP. Foi coordenadora do Programa de Pós Graduação em Educação na FE-USP (1997/99) e Diretora da FE-USP (2002 - 2005). Foi Pró Reitora de Graduação da USP (2006 - 2009). Atuou como Membro do Comitê de Avaliação da área de Educação junto à CAPES (2001-2003). É Membro do GT Didática da ANPEd - Associação Nacional de Pós Graduação e Pesquisa em Educação, do qual foi coordenadora (1996 - 1999) e representou-o como Membro do Comitê Científico da ANPEd (por quatro anos). Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: formação de professores, didática, pedagogia e pesquisa educacional. As pesquisas mais recentes são no campo da Pedagogia Universitária e Docência no Ensino Superior. É Pesquisador 1 A CNPq.
(Texto informado pelo autor)

Livros publicados/organizados ou edições:

1. PIMENTA, S. G. ; LIMA, Maria Socorro Lucena . Estágio e Docência. 5a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2010. 296 p.
2.PIMENTA, S. G. ; ANASTASIOU, L. das G. C. . Docência no Ensino Superior. 4a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2010. 280 p.
3.PIMENTA, S. G. . O Estágio na Formação de Professores: Unidade Teoria e Prática?. 9a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2010. v. 1. 200 p.
4.PIMENTA, S. G. ; GHEDIN, E. . Professor Reflexivo no Brasil - gênese e crítica de um conceito. 6a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2010. v. 1. 224 p.
5.PIMENTA, S. G. (Org.) ; FRANCO, Maria Amélia Do Rosário Santoro (Org.) . Didática - embates contemporâneos. 1a.. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2010. v. 1. 154 p.
6.PIMENTA, S. G. (Org.) ; ALMEIDA, Maria Isabel de (Org.) . Pedagogia Universitária. 1a.. ed. São Paulo: EDUSP Editora da Universidade de São Paulo, 2009. v. I. 249 p.
7.PIMENTA, S. G. (Org.) ; AZZI, S. (Org.) ; LOPES, R. M. P. (Org.) ; MARQUES, M. O. de A. (Org.) ; KLEIN, L. F. (Org.) ; FALEIROS, M. L. (Org.) ; ABDALLA, M. F. B. (Org.) ; CAMPOS, E. N. (Org.) . Saberes pedagógicos e atividade docente. 7a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2009. 246 p.
8.PIMENTA, S. G. ; LIMA, Maria Socorro Lucena . Estágio e Docência. 4a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2009. 296 p.
9.PIMENTA, S. G. . O Estágio na Formação de Professores: unidade teoria e prática?. 8a. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2009. 200 p.
10.PIMENTA, S. G. (Org.) ; FRANCO, Maria Amélia Do Rosário Santoro (Org.) . Pesquisa em Educação: possibilidades investigativas/formativas da pesquisa-ação.. 1a.. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2008. v. I. 155 p.
11.PIMENTA, S. G. (Org.) ; FRANCO, Maria Amélia Do Rosário Santoro (Org.) . Pesquisa em Educação: possibilidades investigativas/formativas da pesquisa-ação.. 1a.. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2008. v. II. 144 p.
12.PIMENTA, S. G. (Org.) . Didática e formação de professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. 5a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2008. v. 1. 255 p.
13.PIMENTA, S. G. (Org.) ; AZZI, S. (Org.) ; LOPES, R. M. P. (Org.) ; MARQUES, M. O. de A. (Org.) ; KLEIN, L. F. (Org.) ; FALEIROS, M. L. (Org.) ; ABDALLA, M. F. B. (Org.) ; CAMPOS, E. N. (Org.) . Saberes pedagógicos e atividade docente. 6a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2008. v. 1. 246 p.
14.PIMENTA, S. G. ; LIMA, Maria Socorro Lucena . Estágio e Docência. 3a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2008. v. 1. 296 p.
15.PIMENTA, S. G. ; ANASTASIOU, L. das G. C. . Docência no Ensino Superior. 3a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2008. v. 1. 280 p.
16.PIMENTA, S. G. ; LIMA, Maria Socorro Lucena . Estágio e Docência. 2a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2007. 296 p.
17.PIMENTA, S. G. (Org.) . Didática e formação de professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. 4a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2007. v. 1. 255 p.
18.PIMENTA, S. G. (Org.) . Saberes pedagógicos e atividade docente. 5a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2007. v. 1. 246 p.
19.PIMENTA, S. G. (Org.) . Pedagogia, Ciência da Educação?. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2006. v. 1. 134 p.
20.PIMENTA, S. G. (Org.) . Pedagogia e Pedagogos: caminhos e perspectivas. 2ª. ed. São Paulo: Editora Cortez, 2006. v. único. 198 p.
21.PIMENTA, S. G. . O Estágio na Formação de Professores: Unidade Teoria e Prática?. 7ª. ed. São Paulo: Editora Cortez, 2006. v. único. 200 p.
22.PIMENTA, S. G. (Org.) ; FRANCO, Maria Amélia Do Rosário Santoro (Org.) ; GHEDIN, E. (Org.) . Pesquisa em Educação - alternativas investigativas com objetos complexos. 1a.. ed. São Paulo: Loyola, 2006. v. 1. 198 p.
23.PIMENTA, S. G. (Org.) ; GHEDIN, E. (Org.) . Professor Reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 4a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2006. v. 1. 224 p.
24.PIMENTA, S. G. (Org.) ; GHEDIN, E. (Org.) . Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 3a.. ed. São Paulo: Cortez, 2005. v. 1. 226 p.
25.PIMENTA, S. G. (Org.) . Saberes pedagógicos e atividade docente. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2005. v. 1. 250 p.
26.PIMENTA, S. G. . O estágio na formação de professores - unidade teoria e prática?. 6a.. ed. São Paulo: Cortez, 2005. v. 1. 202 p.
27.PIMENTA, S. G. ; ANASTASIOU, L. das G. C. . Docência no Ensino Superior. 2a.. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2005. v. 1. 280 p.
28.PIMENTA, S. G. ; LIMA, Maria Socorro Lucena . Estágio e docência. 1. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2004. v. 1. 296 p.
29.PIMENTA, S. G. (Org.) ; GHEDIN, E. (Org.) . Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 1ª. ed. São Paulo: Cortez, 2002. v. 1. 224 p.
30.PIMENTA, S. G. . O pedagogo na escola pública. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2002. v. 1. 198 p.
31.PIMENTA, S. G. (Org.) . Pedagogia e pedagogos: caminhos e perspectivas. 1ª. ed. São Paulo: Cortez, 2002. v. 1. 198 p.
32.PIMENTA, S. G. . De professores, pesquisa e didática. 1. ed. Campinas: Papirus, 2002. v. 1. 144 p.
33.PIMENTA, S. G. . O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática?. 5ª. ed. São Paulo: Cortez, 2002. v. 1. 200 p.
34.PIMENTA, S. G. (Org.) . Pedagogia - Ciência da Educação?. 4ª. ed. São Paulo: Cortez, 2002. v. 1. 134 p.
35.PIMENTA, S. G. ; ANASTASIOU, L. das G. C. . Docência no ensino superior. 1a.. ed. São Paulo: Cortez, 2002. v. 1. 280 p.
36.PIMENTA, S. G. . Orientação vocacional e decisão - estudo crítico da situação no Brasil. 11ª. ed. São Paulo: Loyola, 2001. v. 1. 133 p.
37.PIMENTA, S. G. . O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática?. 4ª. ed. São Paulo: Cortez, 2001. v. 1. 200 p.
38.PIMENTA, S. G. (Org.) . Pedagogia - Ciência da Educação?. 3ª. ed. São Paulo: Cortez, 2001. v. 1. 134 p.
39.PIMENTA, S. G. (Org.) . Didática e formação de professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. 3ª. ed. São Paulo: Cortez, 2000. v. 1. 255 p.
40.PIMENTA, S. G. (Org.) . Saberes pedagógicos e atividade docente. 2ª. ed. São Paulo: Cortez, 2000. v. 1. 246 p.
41.PIMENTA, S. G. (Org.) . Saberes pedagógicos e atividade docente. 1ª. ed. São Paulo: Cortez, 1999. 246 p.
42.PIMENTA, S. G. (Org.) . Didática e formação de professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. 1ª. ed. São Paulo: Cortez, 1997. v. 1. 255 p.
43.PIMENTA, S. G. (Org.) . Pedagogia - Ciência da Educação?. 1. ed. São Paulo: Cortez, 1996. v. 1. 150 p.
44.PIMENTA, S. G. . Orientação vocacional e decisão - estudo crítico da situação no Brasil. 9ª. ed. São Paulo: Loyola, 1995. v. 1. 133 p.
45.PIMENTA, S. G. . O pedagogo na escola pública. 3ª. ed. São Paulo: Loyola, 1995. v. 1. 198 p.
46.PIMENTA, S. G. . O estágio na formação de professores - unidade teoria e prática?. 2ª. ed. São Paulo: Cortez, 1995. v. 1. 200 p.
47.PIMENTA, S. G. ; GONÇALVES, C. L. M. S. . Revendo o ensino de 2º grau - propondo a formação de professores. 3ª. ed. São Paulo: Cortez, 1994. v. 1. 159 p.
48.PIMENTA, S. G. . O estágio na formação de professores - unidade teoria e prática?. 1ª. ed. São Paulo: Cortez, 1994. v. 1. 200 p.
49.PIMENTA, S. G. ; FUSARI, José Cerchi ; ROBERT, M. I. . O professor de 1º grau - trabalho e formação. 1ª. ed. São Paulo: Loyola, 1990. v. 1. 96 p.
50.PIMENTA, S. G. . O pedagogo na escola pública. 1ª. ed. São Paulo: Loyola, 1988. v. 1. 198 p.
51.PIMENTA, S. G. ; KAWASHITA, N. . Orientação profissional: um diagnostico emancipador. 1ª. ed. São Paulo: Loyola, 1984. v. 1. 52 p.
52.PIMENTA, S. G. . Orientação vocacional e decisão - estudo crítico da situação no Brasil. 1ª. ed. São Paulo: Loyola, 1979. v. 1. 133 p.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Marcos Bagno


Marcos Araújo Bagno Cataguases (Cataguases é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. De acordo com o censo realizado pelo IBGE em 2010, sua população é de 69.810 ), 21 de agosto de 1961 é um professor, linguista e escritor brasileiro.

É professor do Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução da Universidade de Brasília, doutor em filologia e língua portuguesa pela Universidade de São Paulo, tradutor, escritor com diversos prêmios e mais de 30 títulos publicados,[1] entre literatura e obras técnico-didáticas.

Atua mais especificamente na área de sociolingüística e literatura infanto-juvenil, bem como questões pedagógicas sobre o ensino de português no Brasil.

Obras
A invenção das horas (contos) (1988)
O papel roxo da maçã (infantil) (1989)
Rua da Soledade (contos) (1995)
A Língua de Eulália (novela sociolingüística) (1997)
Pesquisa na escola: o que é, como se faz (1998)
Preconceito lingüístico: o que é, como se faz (1999)
Dramática da língua portuguesa: tradição gramatical, mídia & exclusão social (2000)
Português ou brasileiro? Um convite à pesquisa (2001)
Norma lingüística (org.) (2001)
Lingüística da norma (org.) (2002)
Língua materna: letramento, varição & ensino (org.) (2002)
O espelho dos nomes (infantil) (2002)
A norma oculta: língua & poder na sociedade brasileira (2003)
Murucututu, a coruja grande da noite (infantil) (2005)
Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação lingüística (2007)
Não é errado falar assim! Em defesa do português brasileiro (2009)
As caraminholas de Barrigapé (infantil) (2009)
Vaganau (poesia) (2010)
Gramática: passado, presente e futuro (2010)
Gramática, pra que te quero? Os conhecimentos linguísticos nos livros didáticos de português (2011)
Festa no meu jardim (infantil) (2011)
E estara no III Forum da Educação do Baixo Parnaíba nos dias 23 aos 24 de Fevereiro de 2011.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Guerra do Golfo História da Guerra do Golfo, fatos, causas, imagens, fim da guerra


Cenas da Guerra do Golfo (1990-1991)




Introdução

A Guerra do Golfo foi um conflito armado que começou em agosto de 1990, após as tropas iraquianas terem invadido o Kuwait.

Causas da Guerra

Um dos motivos da invasão alegado pelo presidente iraquiano, Saddam Hussein, foi que o Kuwait estava prejudicando o Iraque no comércio de petróleo, vendendo o produto por um preço muito baixo. Com isso, o Iraque estaria perdendo mercado consumidor e precisando baixar o preço de seu petróleo no mercado internacional. Para diminuir os prejuízos, o Iraque pediu uma indenização milionária ao governo do Kuwait. O governo do Kuwait não aceitou a reivindicação de indenização e não efetuou o pagamento.

Havia também outro problema envolvendo os dos países do Oriente Médio. O Iraque reivindicava a devolução de um território que pertencia ao Kuwait, mas que o governo iraquiano afirmava que fez parte do Iraque no passado.

Como o Kuwait não pagou a indenização pretendida pelo Iraque e não entregou o território, o governo iraquiano enviou tropas que ocuparam o Kuwait, tomando os poços de petróleo.

O desenvolvimento da guerra

A ONU (Organização das Nações Unidas) condenou a invasão e emitiu um documento exigindo a retirada imediata das tropas iraquianas do Kuwait. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos deslocaram tropas e aviões para a Arábia Saudita, preparando-se para uma ação militar.

Como o Iraque não retirou seu exército do Kuwait, a ONU autorizou a invasão militar do Iraque por um grupo de países (Inglaterra, França, Egito, Síria, Arábia Saudita), liderados pelos Estados Unidos. O ataque ao Iraque teve inicio em janeiro de 1991 e durou um mês e meio.

Fim da Guerra

O Iraque foi derrotado (o cessar fogo foi aceito em abril de 1991) e teve que retirar suas tropas do vizinho Kuwait, além de sofrer com o embargo econômico imposto pela ONU.

Milhares de soldados e civis morreram ou ficaram mutilados nesta guerra e os prejuízos econômicos também foram gigantescos. Porém, Saddam Hussein continuou no poder do Iraque e reorganizou, com o passar dos anos, a economia e o exército iraquiano.

Texto de despedida


Pedro Botelho

Nos últimos dias a direção do Blog Pedro Botelho Tecnologia da Informação anunciou mudanças na linha editorial e no layout deste portal. “Um pacote de novidades será lançado pelo Blog Pedro Botelho Tecnologia da Informação em 2011 para dar maior abrangência ao conteúdo e levar mais funcionalidades a seus usuários”, tudo isso será a nova criação de um web site pessoal, que se chamara Pedro Botelho “Promoções e Eventos”.
Mais adiante eram fornecidos alguns detalhes dessas mudanças: “No mês de Fevereiro, o colunista ira se despedir do Blog Pedro Botelho.... A área de colunas dará lugar ao conteúdo interativo, com maior destaque para informações lançadas na rede por blogueiros e por usuários do Twitter, por exemplo. Na home do Portal, reportagens ligadas a escandelos, e o novo Blog se Chamara Tititi “Você fazendo Parte”, nessa nova linha de informações quem vai fazer a noticia são os leitores, através de cartas de amor, fofocas sobre alguém, podem mandar imagens ou videos.
Ou seja, após uma longa trajetória com mais de 1100 postagens com muitas críticas, informações e ainda mais provocações é chegada a hora da despedida.
Nada contra mudanças. Muito pelo contrário. Mas assim como alguns leitores já comentaram não tenho certeza se a saída do colunista é uma boa decisão da direção do grupo PB.
TiTiti “ Você fazendo parte”
Com o passar dos tempos, os meios de comunicação de massa passaram a impor um novo modelo de divulgação de informações e opiniões. Os meios de comunicação se tornaram veículos centralizadores e unidirecionais. Portavozes ideais das ditaduras e do pensamento único. Perderam ou desprezaram a participação do público nos debates com os profissionais da notícia. Pena!
Aqui no Tititi “ Você fazendo parte”, desde sempre retomamos e valorizamos essa participação do público. Nesse novo modelo de jornalismo na internet, colunistas, jornalistas da redação e o público passaram a compartilhar o mesmo espaço. “Cada um no seu quadrado”, mas todos comentando, interagindo e propondo novas idéias. O colunista lança temas e o público agrega valor com suas experiências profissionais e opiniões pessoais.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Polícia investiga desaparecimento de jovem de 25 anos na Grande SP

Do G1 SP, com informações da TV Globo

Carro onde ela estaria foi localizado no sábado em Vargem Grande Paulista.
Jovem havia combinado de encontrar três amigas, mas não apareceu.


A Polícia Civil de Cotia, na Grande São Paulo, investiga o desaparecimento da supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, de 25 anos. Ela teria deixado a casa do noivo em Barueri na manhã de sábado (12) e deveria encontrar três amigas para ir a um curso no Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo. Ela não apareceu no local combinado e o carro onde a jovem estaria acabou localizado na tarde de sábado, abandonado em uma rua de Vargem Grande Paulista.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar recebeu um chamado por volta das 14h de sábado sobre um automóvel prata abandonado na Rua dos Industriais, em Vargem Grande Paulista, também na Grande São Paulo. Ao chegar ao endereço, o policial encontrou o carro com um princípio de incêndio no banco do motorista. As chamas foram contidas com ajuda do extintor do próprio veículo.
A PM verificou que não havia queixa de roubo ou furto do carro, então entrou em contato com o proprietário, o noivo de Vanessa. Ele teria dito que emprestou o automóvel à supervisora de vendas porque ela iria participar de um curso de maquiagem no Jaguaré. A jovem deveria dar carona para três amigas e havia combinado de encontrá-las às 8h em um posto de combustíveis às margens do Rodoanel. Elas esperaram no local até as 9h40.

O celular de Vanessa está na caixa-postal desde a manhã de sábado. A polícia verificou que nenhuma movimentação financeira foi feita na conta da jovem. O automóvel localizado em Vargem Grande Paulista passará por perícia. A jovem está com casamento marcado para novembro.

Era Mubarak chega ao fim; protestos derrubam presidente



Por Edmund Blair e Samia Nakhoul

CAIRO (Reuters) - Hosni Mubarak renunciou à Presidência do Egito nesta sexta-feira e passou o poder ao Exército. Mubarak encerrou três décadas de governo autocrático, curvando-se à pressão cada vez maior vinda dos militares e dos manifestantes que exigiam a sua saída.

Um orador fez o anúncio da renúncia de Mubarak na praça Tahrir, do Cairo, onde centenas de milhares de pessoas choraram de alegria, comemoraram e se abraçaram, cantando: 'O povo derrubou o regime.' Outros gritavam: 'Allahu Akbar' (Deus é grande).

A celebração tomou conta das ruas do Cairo, Alexandria e outras cidades. As pessoas acenavam bandeiras e tocavam as buzinas dos carros. 'Ele está fora e nós estamos dentro', diziam.

O vice-presidente Omar Suleiman afirmou que um Conselho Militar passaria a dirigir o país, o mais populoso do mundo árabe. Segundo uma fonte militar, o ministro da Defesa, Mohamed Hussein Tantawi, chefiará o Conselho. Uma eleição presidencial livre e justa está prometida para setembro.

Pouco depois, a rede de TV Al-Arabiya informou, citando fontes não especificadas, que o Conselho vai demitir o gabinete e suspender as duas casas do Parlamento

A queda de Mubarak, de 82 anos, após 18 dias de protestos populares sem precedentes foi uma vitória monumental para a força popular e com certeza abalará as autocracias ao redor do mundo árabe e além.

Os poderosos militares egípcios haviam dado garantias mais cedo na sexta-feira de que as reformas democráticas prometidas seriam executadas, mas os manifestantes furiosos intensificaram sua revolta contra Mubarak, marchando para o palácio presidencial e a torre da televisão estatal.

Foi um esforço do Exército para neutralizar o levante, mas, ao não acatar a principal exigência dos manifestantes para a saída imediata de Mubarak, não conseguiu acalmar a agitação que afetou a economia e sacudiu todo o Oriente Médio.

A intervenção militar não era o bastante.

O tumulto pela recusa de Mubarak em renunciar testou a lealdade das Forças Armadas, que tiveram de optar entre proteger o comandante supremo ou livrar-se dele.

O confronto cada vez mais acirrado suscitou temores de uma violência fora de controle no país, um aliado-chave dos EUA numa região rica em petróleo, onde o risco do caos se espalhar para outros países repressores preocupa o Ocidente.

O governo norte-americano pediu uma pronta transição democrática para restaurar a estabilidade no Egito, um dos poucos países árabes não hostis a Israel, guardião do Canal de Suez, que liga a Europa e a Ásia, e uma importante força contra o Islã militante na região.

A declaração do Exército observou que Mubarak havia passado os poderes para governar o país de 80 milhões de habitantes ao seu vice no dia anterior - talvez sinalizando que isso deveria satisfazer os manifestantes, reformistas e figuras da oposição.

'Essa não é a nossa exigência', disse um manifestante, depois de passar o conteúdo da declaração do Exército à multidão da praça Tahrir, no centro de Cairo. 'Nós temos uma exigência: que Mubarak renuncie.' Ele havia dito que permaneceria no posto até as eleições de setembro.

A Irmandade Muçulmana, grupo islâmico de oposição, pediu que os manifestantes mantivessem os protestos de rua em todo o país, descrevendo as concessões de Mubarak como um truque para ficar no poder.

REFORMA PEQUENA E MUITO TARDIA

Centenas de milhares de manifestantes saíram às ruas no Egito, incluindo na cidade industrial de Suez, palco de alguns dos episódios mais violentos da crise, e em Alexandria, a segunda maior cidade do país, assim como em Tanta e em outros centros do Delta do Nilo.

O Exército também disse que 'confirma a suspensão do estado de emergência assim que as circunstâncias atuais terminarem', numa promessa de retirar uma lei imposta depois que Mubarak se tornou presidente, após o assassinato de Anwar Sadat em 1981, e que os manifestantes afirmam ter sido usada durante muito tempo para calar a dissidência.

Ele também prometeu garantir a realização de eleições livres e justas e cumprir outras concessões feitas por Mubarak aos manifestantes, que seriam impensáveis antes de 25 de janeiro, no início da revolta.

Nada disso, porém, foi suficiente para as muitas centenas de milhares de manifestantes desconfiados que protestavam nas cidades ao redor do país na sexta, insatisfeitos com o alto desemprego, a elite corrupta e a repressão policial.

Desde a queda do líder da Tunísia Zine al-Abidine Ben Ali, que deflagrou protestos pela região, os egípcios têm protagonizado manifestações contra a subida de preços, a pobreza, o desemprego e o regime autoritário.

LEIS DE EMERGÊNCIA

As potências mundiais haviam aumentado a pressão sobre Mubarak para que ele organizasse uma transição de poder pacífica desde o início dos protestos, no final de janeiro.

Mubarak subiu ao poder quando seu antecessor, Anwar Satad, foi morto a tiros por militantes islâmicos num desfile militar em 1981.

O ex-comandante da Força Aérea ficou muito mais tempo no poder do que qualquer um pudesse imaginar na época, governando com leis de emergência.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Motorista de caminhão de lixo acha R$ 100 mil e devolve para dono

Dinheiro pertencia à concessionária de veículos de Caicó, no RN.
Funcionário que ganha R$ 700 por mês foi gratificado com R$ 500.

Fernandes ganha R$ 700 por mês e ganhou
R$ 500 (Foto: Rosivan Amaral/Rádio Caicó AM)



O motorista José da Silva Fernandes que faz coleta de lixo em Caicó, cidade a 256 km de Natal, no Rio Grande do Norte, ficou famoso na região após encontrar R$ 100 mil no lixo e devolver para o dono nesta sexta-feira (11).
De acordo com Fernandes, como de praxe a coleta teve início às 4h e na hora de descarregar o entulho, por volta das 7h, ele foi abordado pelo gerente da concessionária Santana Veículos que estava à procura do valor.
“Quando cheguei o homem estava vendo em outro caminhão e assim que soube que ele queria o lixo da loja corri para ajudar a encontrar, pois sabia mais ou menos onde estava”, conta o funcionário da Prefeitura de Caicó ao G1.

Segundo o trabalhador, o dinheiro foi achado em um envelope branco no meio do lixo. “Não estava dentro de saco e não tinha nenhuma identificação”, conta Fernandes. “Ele não disse nada sobre como o dinheiro teria parado lá. Só agradeceu e disse que ganharíamos uma gratificação.”

O motorista recebeu R$ 500 e o outro catador, Raimundo Damião, que também ajudou a encontrar o dinheiro recebeu R$ 1 mil. “Ele disse que daria R$ 1 mil para cada um, mas recebi R$ 500”, diz Fernandes. “Mas eu não fiquei querendo mais, o que eu queria era impedir que alguém fosse punido por causa do sumiço do dinheiro. Eu estou feliz por ter feito essa ação. Foi de coração.”

José da Silva Fernandes, de 41 anos, é natural de Caicó, casado há 15 anos e pai de um menino de 13 anos. A família mora no bairro Paraíba e não tem casa própria. O funcionário público recebe um salário de R$ 700 por mês.


Texto e Foto Do G1, em São Paulo (com adaptação)