Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas
jogadas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos
que tivemos, dos tantos risos e
momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da
angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim…
do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades
continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja
pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem
sabe…nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas
tolices…
Aí, os dias vão passar, meses…anos… até
este contacto se tornar
cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo….
Um dia os nossos filhos verão as nossas
fotografias e perguntarão:
“Quem são aquelas pessoas?”
Diremos…que eram nossos amigos e……
isso vai doer tanto!
“Foram meus amigos, foi com eles que vivi
tantos bons anos da minha vida!”
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes
novamente……
Quando o nosso grupo estiver incompleto…
reunir-nos-emos para um último
adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar
mais vezes daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para
continuar a viver a sua vida,
isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo…..
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde
amigo: não deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas
adversidades sejam a causa de grandes
tempestades….
Eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os
meus amores, mas enlouqueceria se
morressem todos os meus amigos!
Fernando Pessoa
sábado, 3 de outubro de 2009
ENTRE AMIGOS
12 de abril de 1999
Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona pra festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, "A Identidade", que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.
Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo contruído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta.
Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
Um amigo não dá carona apenas pra festa. Te leva pro mundo dele, e topa conhecer o teu.
Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon.
Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
Martha Medeiros
Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona pra festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, "A Identidade", que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.
Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo contruído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta.
Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
Um amigo não dá carona apenas pra festa. Te leva pro mundo dele, e topa conhecer o teu.
Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon.
Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
Martha Medeiros
Soneto do amigo
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Vinicius de Moraes
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Vinicius de Moraes
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
A Idade de Ser Feliz
Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.
desconhecido
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.
desconhecido
Amor Proibido - V
Re-adaptação de um rascunho escrito em Janeiro/2003
Foi como seguir uma estrada onde não existe desvios, nem atalhos. Eu nunca escolhi que acontecesse, te descobri como uma criança que aprende os primeiros passos, instruído a seguir seus movimentos, desenhar seus traços com a fôrma de sua voz, arriscar os primeiros olhares sem entender ao certo o significado. Fui alfabetizado. Graduei-me para atrair sua atenção, e sua atenção me fez desviar os gestos e caminhos que não apontavam em sua direção - quando se está apaixonado, o que menos importa é o resto do mundo -. Minha amizade foi, de todas, a melhor criação ao seu lado, quase uma obra de arte adolescente, disfarce ideal a quem ousa ir adiante sem ser notado. Abasteci meu desejo, sem saber exatamente o que usar como combustível, te transformei em um segredo sem chave para esconder de todos o que sempre esteve estampado em meus olhos tímidos. Minha dor é o cofre que guarda nossa história. Tranquei os beijos, o nosso amor, as promessas, dias só nossos. Guardo o que não aconteceu. Aperfeiçoei-me de você para tentar te conquistar, nadei contra correntezas mesmo sem ter a capacidade de nadar, fui ao lugar mais distante de mim sem decorar o caminho de volta. O amor não usa mapa. Hoje, meu corpo não a procura mais como aventura, abrigo. Aguarda nosso próximo episódio como um recém-nascido que desconhece a vida. Adivinho nosso destino em canções. A insistência em te esquecer é a inutilidade de me provar que você venceu todo esse mau tempo, os monstros e demônios que eu enviei para te destruir. E agora, radiante, sobrevive dentro de mim.
Foi como seguir uma estrada onde não existe desvios, nem atalhos. Eu nunca escolhi que acontecesse, te descobri como uma criança que aprende os primeiros passos, instruído a seguir seus movimentos, desenhar seus traços com a fôrma de sua voz, arriscar os primeiros olhares sem entender ao certo o significado. Fui alfabetizado. Graduei-me para atrair sua atenção, e sua atenção me fez desviar os gestos e caminhos que não apontavam em sua direção - quando se está apaixonado, o que menos importa é o resto do mundo -. Minha amizade foi, de todas, a melhor criação ao seu lado, quase uma obra de arte adolescente, disfarce ideal a quem ousa ir adiante sem ser notado. Abasteci meu desejo, sem saber exatamente o que usar como combustível, te transformei em um segredo sem chave para esconder de todos o que sempre esteve estampado em meus olhos tímidos. Minha dor é o cofre que guarda nossa história. Tranquei os beijos, o nosso amor, as promessas, dias só nossos. Guardo o que não aconteceu. Aperfeiçoei-me de você para tentar te conquistar, nadei contra correntezas mesmo sem ter a capacidade de nadar, fui ao lugar mais distante de mim sem decorar o caminho de volta. O amor não usa mapa. Hoje, meu corpo não a procura mais como aventura, abrigo. Aguarda nosso próximo episódio como um recém-nascido que desconhece a vida. Adivinho nosso destino em canções. A insistência em te esquecer é a inutilidade de me provar que você venceu todo esse mau tempo, os monstros e demônios que eu enviei para te destruir. E agora, radiante, sobrevive dentro de mim.
AMOR VERDADEIRO - Vale a pena parar para ler
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Quantas vezes você já olhou um casal, passeando de mãos dadas ou abraçado e se perguntou como eles podem se amar, sendo tão diferentes?
Quantas vezes já pensou em como aquela moça tão elegante pode amar aquele homem com ar tão desengonçado?
Ou como aquele homem tão bonito, parecendo um deus da beleza pode amar aquela mulher tão destituída de atrativos?
Toda vez que essas idéias nos atravessam a mente, é que estamos julgando o amor pelo exterior.
Mas, já dizia o escritor de o pequeno príncipe: "o essencial é invisível para os olhos."
A propósito, conta-se que o avô do conhecido compositor alemão Mendelssohn, estava muito longe de ser bonito. Moses era baixo e tinha uma corcunda grotesca.
Um dia, visitando um comerciante na cidade de Hamburgo, conheceu a sua linda filha. E logo se apaixonou perdidamente por ela.
Entretanto, a moça, ao vê-lo, logo o repeliu. Aquela aparência disforme quase a enojou.
Na hora de partir, Moses se encheu de coragem e subiu as escadas. Dirigiu-se ao quarto da moça para lhe falar.
Desejava ter sua última oportunidade de falar com ela.
A jovem era uma visão de beleza e Moses ficou entristecido porque ela se recusava até mesmo a olhar para ele.
Timidamente, ele lhe dirigiu uma pergunta muito especial: "você acredita em casamentos arranjados no céu?"
Com os olhos pregados no chão, ela respondeu: "acredito!"
"Também acredito." - afirmou Moses - "Sabe, acredito que no céu, quando um menino vai se preparar para nascer, Deus lhe anuncia a menina com quem vai se casar. Pois quando eu me preparava para nascer, Deus me mostrou minha futura noiva. Ela era muito bonita e o bom Deus me disse: "sua mulher será bela, contudo terá uma corcova."
Imediatamente, eu supliquei: "senhor, uma mulher com uma corcova será uma tragédia. Por favor, permita que eu seja encurvado e que ela seja perfeita."
Nesse momento, a jovem, emocionada, olhou diretamente nos olhos de Moses Mendelssohn. Aquela era a mais extraordinária declaração de amor que ela jamais imaginara receber.
Lentamente, estendeu a mão para ele e o acolheu no fundo de seu coração. Casou-se com ele e foi uma esposa devotada.
O amor verdadeiro tem lentes especiais para ver o outro. Vê, além da aparência física, a essência. E assim, ama o que é real.
A aparência física pode se modificar a qualquer tempo. A beleza exterior pode vir a sofrer muitos acidentes e se modificar, repentinamente.
Quem valoriza o interior do outro é como um hábil especialista em diamantes que olha a pedra bruta e consegue descobrir o brilho da preciosidade.
É como o artista que acaricia o mármore, percebendo a imagem da beleza que ele encerra em sua intimidade.
Este amor atravessa os portões desta vida e se eterniza no tempo, tendo capacidade de acompanhar o outro em muitas experiências reencarnatórias.
Este é o verdadeiro amor.
No amor, o homem sublima os sentimentos e marcha no rumo da felicidade.
Na perfeita identificação das almas, o amor produz a bênção da felicidade em regime de paz.
(Equipe de Redação do Momento Espírita com base no cap. Amor verdadeiro, de Barry e Joyce Vissell, do livro Histórias para aquecer o coração - Edição de ouro, Ed. Sextante e verbete amor do livro Repositório de Sabedoria, vol. 1, do Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.)
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Quantas vezes você já olhou um casal, passeando de mãos dadas ou abraçado e se perguntou como eles podem se amar, sendo tão diferentes?
Quantas vezes já pensou em como aquela moça tão elegante pode amar aquele homem com ar tão desengonçado?
Ou como aquele homem tão bonito, parecendo um deus da beleza pode amar aquela mulher tão destituída de atrativos?
Toda vez que essas idéias nos atravessam a mente, é que estamos julgando o amor pelo exterior.
Mas, já dizia o escritor de o pequeno príncipe: "o essencial é invisível para os olhos."
A propósito, conta-se que o avô do conhecido compositor alemão Mendelssohn, estava muito longe de ser bonito. Moses era baixo e tinha uma corcunda grotesca.
Um dia, visitando um comerciante na cidade de Hamburgo, conheceu a sua linda filha. E logo se apaixonou perdidamente por ela.
Entretanto, a moça, ao vê-lo, logo o repeliu. Aquela aparência disforme quase a enojou.
Na hora de partir, Moses se encheu de coragem e subiu as escadas. Dirigiu-se ao quarto da moça para lhe falar.
Desejava ter sua última oportunidade de falar com ela.
A jovem era uma visão de beleza e Moses ficou entristecido porque ela se recusava até mesmo a olhar para ele.
Timidamente, ele lhe dirigiu uma pergunta muito especial: "você acredita em casamentos arranjados no céu?"
Com os olhos pregados no chão, ela respondeu: "acredito!"
"Também acredito." - afirmou Moses - "Sabe, acredito que no céu, quando um menino vai se preparar para nascer, Deus lhe anuncia a menina com quem vai se casar. Pois quando eu me preparava para nascer, Deus me mostrou minha futura noiva. Ela era muito bonita e o bom Deus me disse: "sua mulher será bela, contudo terá uma corcova."
Imediatamente, eu supliquei: "senhor, uma mulher com uma corcova será uma tragédia. Por favor, permita que eu seja encurvado e que ela seja perfeita."
Nesse momento, a jovem, emocionada, olhou diretamente nos olhos de Moses Mendelssohn. Aquela era a mais extraordinária declaração de amor que ela jamais imaginara receber.
Lentamente, estendeu a mão para ele e o acolheu no fundo de seu coração. Casou-se com ele e foi uma esposa devotada.
O amor verdadeiro tem lentes especiais para ver o outro. Vê, além da aparência física, a essência. E assim, ama o que é real.
A aparência física pode se modificar a qualquer tempo. A beleza exterior pode vir a sofrer muitos acidentes e se modificar, repentinamente.
Quem valoriza o interior do outro é como um hábil especialista em diamantes que olha a pedra bruta e consegue descobrir o brilho da preciosidade.
É como o artista que acaricia o mármore, percebendo a imagem da beleza que ele encerra em sua intimidade.
Este amor atravessa os portões desta vida e se eterniza no tempo, tendo capacidade de acompanhar o outro em muitas experiências reencarnatórias.
Este é o verdadeiro amor.
No amor, o homem sublima os sentimentos e marcha no rumo da felicidade.
Na perfeita identificação das almas, o amor produz a bênção da felicidade em regime de paz.
(Equipe de Redação do Momento Espírita com base no cap. Amor verdadeiro, de Barry e Joyce Vissell, do livro Histórias para aquecer o coração - Edição de ouro, Ed. Sextante e verbete amor do livro Repositório de Sabedoria, vol. 1, do Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.)
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009
APRENDI.....
APRENDI QUE SE APRENDE ERRANDO.
QUE CRESCER NÃO SIGNIFICA FAZER ANIVERSSÁRIO.
QUE O SILENCIO É A MELHOR RESPOSTA, QUANDO OUVIMOS UMA BOBAGEM.
QUE TRABALHAR SIGNIFICA NÃO SÓ GANHAR DINHEIRO.
QUE AMIGOS A GENTE CONQUISTA MOSTRANDO O QUE SAMOS.
QUE OS VERDADEIROS AMIGOS SEMPRE FICAM COM VOCE ATÉ O FIM.
QUE A MALDADE SE ESCONDE ATRÁS DE UMA BELA FACE.
QUE NÃO SE ESPERA A FELICIDADE CHEGAR,MAS SE PROCURA POR ELA.
QUE QUANDO PENSO SABER TUDO AINDA NÃO APRENDO NADA.
QUE A NATUREZA É A COISA MAIS BELA DA VIDA.
QUE AMAR SIGNIFICA SE DAR POR INTEIRO.
QUE UM SO DIA PODE SER MAIS IMPORTANTE QUE MUITOS ANOS.
QUE SE PODE CONVERSAR COM ESTRELAS.
QUE SE PODE COMFESSAR COM A LUA.
QUE SE PODE VIAJAR ALÉM DO INFINITO.
QUE OUVIR UMA PALAVRA DE CARINHO FAZ BEM.
QUE SONHAR É PRECISO.
QUE SE DEVE SER CRIANÇA A VIDA TODA.
QUE NOSSO SER É LIVRE.
QUE DEUS NÃO PROÍBE NADA EM NOME DO AMOR.
QUE O JULGAMENTO ALHEIO NÃO É IMPORTANTE.
E, FINALMENTE,APRENDI QUE NÃO SE PODE MORRER,PARA SE APRENDER A VIVER
APRENDI QUE SE APRENDE ERRANDO.
QUE CRESCER NÃO SIGNIFICA FAZER ANIVERSSÁRIO.
QUE O SILENCIO É A MELHOR RESPOSTA, QUANDO OUVIMOS UMA BOBAGEM.
QUE TRABALHAR SIGNIFICA NÃO SÓ GANHAR DINHEIRO.
QUE AMIGOS A GENTE CONQUISTA MOSTRANDO O QUE SAMOS.
QUE OS VERDADEIROS AMIGOS SEMPRE FICAM COM VOCE ATÉ O FIM.
QUE A MALDADE SE ESCONDE ATRÁS DE UMA BELA FACE.
QUE NÃO SE ESPERA A FELICIDADE CHEGAR,MAS SE PROCURA POR ELA.
QUE QUANDO PENSO SABER TUDO AINDA NÃO APRENDO NADA.
QUE A NATUREZA É A COISA MAIS BELA DA VIDA.
QUE AMAR SIGNIFICA SE DAR POR INTEIRO.
QUE UM SO DIA PODE SER MAIS IMPORTANTE QUE MUITOS ANOS.
QUE SE PODE CONVERSAR COM ESTRELAS.
QUE SE PODE COMFESSAR COM A LUA.
QUE SE PODE VIAJAR ALÉM DO INFINITO.
QUE OUVIR UMA PALAVRA DE CARINHO FAZ BEM.
QUE SONHAR É PRECISO.
QUE SE DEVE SER CRIANÇA A VIDA TODA.
QUE NOSSO SER É LIVRE.
QUE DEUS NÃO PROÍBE NADA EM NOME DO AMOR.
QUE O JULGAMENTO ALHEIO NÃO É IMPORTANTE.
E, FINALMENTE,APRENDI QUE NÃO SE PODE MORRER,PARA SE APRENDER A VIVER
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